Mais fluminenses com emprego em 2019

Dados extraídos no Sistema Nacional de Empregos (Sine), em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Emprego e Relações Internacionais (SEDEERI), mostram que mais fluminenses conseguiram emprego em 2019. O número de pessoas contratadas no Rio de Janeiro neste ano quase triplicou no mês de maio em relação ao último ano – 492 novos trabalhadores no estado em 2019 contra 166 em 2018.
“Estamos reforçando a captação de vagas através da criação de um Núcleo de Macro Captação. Por meio de parcerias com empresas de grande porte, o núcleo promove ações de recrutamento, o que aumenta o acesso a vagas de trabalho e maximiza o sucesso do trabalhador na colocação da vaga de emprego”, explicou a subsecretária de Emprego e Renda, da SEDEERI, Ana Asti.

Outros números demonstram que a geração de postos de trabalho no estado vem crescendo. Além do aumento das vagas ofertadas – só nos primeiros meses de 2019, foram 5.027 novas oportunidades contra 3.798 no ano passado, houve também um aumento no registro de pessoas que são encaminhadas para entrevistas: 6.303 este ano contra 3.594 em 2018.

Uma das principais ferramentas de auxílio na busca por uma oportunidade são os postos do Sine. Atualmente, 44 unidades atendem o cidadão fluminense. O interessado pode verificar se o perfil que tem cadastrado no sistema é compatível com a oportunidade existente. Além das vagas de emprego, oportunidades para cursos de qualificação profissional também serão divulgados semanalmente. A iniciativa é fruto de uma parceria entre o Estado e o Sistema S.

“No caso das pessoas que estão em desalento, ou seja, que desistem de buscar oportunidades, uma importante ação desenvolvida atrelar a vaga à qualificação profissional. Quem está buscando uma oportunidade de emprego e não consegue porque falta qualificação, seja básica, como as que têm apenas ensino fundamental e precisam do ensino médio, ou até mesmo a técnica, pode ser encaminhado para cursos gratuitos de qualificação profissional. A ideia é mapear a necessidade de qualificação de acordo com a demanda da iniciativa privada e as vocações regionais, tornando mais eficaz a empregabilidade das pessoas nas vagas disponibilizadas no Sine”, disse Ana.

Nova trajetória
Moradora de Realengo, na Zona Oeste da capital, Carla Fernanda Borges, de 32 anos, é uma das pessoas que conseguiram emprego este ano por meio do Sine. Há um ano desempregada, agora ela está como operadora de caixa em uma lanchonete na estação de trem da Central do Brasil.
“Ano passado, eu fui ao Sine, mas infelizmente não consegui. Não tinha a vaga. Esse ano eu fui novamente e consegui a vaga. Se eu não tivesse ido nesse dia, talvez eu teria perdido essa oportunidade. Essa vaga realmente estava ali me esperando. Tô bastante feliz porque é menos uma desempregada”, contou Carla.

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