Latrocínio cresce 300% em Niterói

Os dados estatísticos sobre a violência no estado, relativos ao mês de maio, foram divulgados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) na última sexta-feira. Os dados são referentes aos Registros de Ocorrência (RO) lavrados nas delegacias de Polícia Civil. Porém, o órgão voltou a frisar uma ressalva. Os dados de maio, sobretudo aqueles relativos a crimes contra o patrimônio, ainda estão afetados pela paralisação de policiais civis ocorrida nos primeiros meses de 2017, agora em sentido contrário àquele observado nos meses anteriores.

A região definida como Grande Niterói (que se estende ao município de Maricá) – de abrangência do 12º BPM, 76ª DP (Centro/Niterói), 77ª DP (Icaraí), 78ª DP (Fonseca), 79ª DP (Jurujuba), 81ª DP (Itaipu), e 82ª DP (Maricá) – apresentou alta na incidência de algumas modalidades de crimes. Segundo o ISP, o número de homicídios dolosos (com intenção de matar) subiu de 14 ocorrências em abril) para 15 em maio, o mesmo ocorrendo com estelionato (de 144 para 147 registros), latrocínio (respectivamente de 1 para 4), roubo de residências (de 17 para 18), sequestro relâmpago (de zero para 1) e roubo de caixa eletrônico (de zero para 2).

O conjunto de delitos denominado roubo de rua – somatório dos crimes de roubo a transeuntes, de celulares e de coletivos – também apresentou alta. No mês de maio foram 573 ocorrências contra 507 de abril. Os roubos e furtos de veículos apresentaram queda. O primeiro caiu de 233 para 178 e o segundo, de 99 para 85. Os dados do ISP ainda registraram 17 casos de desaparecimento e outros 17 de furtos de bicicletas.

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