Jourdan Amóra: O jornal é órgão de vida efêmera, mas o jornalismo não se extingue

Nem os canhões do mundo são capazes de acabar, silenciar plenamente o jornalismo, nascido dos mais diferentes instrumentos de criação, nas diferentes regiões e nas formas mais diversas de edição comunicação. Surgido nas mais diferentes épocas e regiões é um elemento vivo como a figura humana com tida sua diversidade.

Incomoda como os seres acostumados à criação e a diferenciação de opiniões. É uma arma dos variados arsenais populares que não podem concorrer com as fortalezas dos poderosos concentradores de poder e de riqueza.

Não é visto com bons olhos pelos que enxergam o mudo sob uma única e própria visão. É afetado por várias doenças com a surdez dos indiferentes à sorte coletiva, a mudez dos que não pensam na coletividade e na prática do amor social, com a paralisia dos que não querem construir um mundo de direitos igualitários. Mas voltam à criatividade e a esperança jovial do início e se envelhecem com o aperfeiçoamento da experiência adquirida na amplitude que alcança, para ensejar novas vidas aprimoradoras dos tempos que geram mudanças, mas eternizam o valor da palavra expressa como fruto do pensamento, tesouro maior de vidas humanas.

Poucos, entre milhões de jornais no mundo, sobreviveram às gerações familiares que os trouxeram à luz, seja com chancelas de governantes ou fortalecidos como organizações, inclusive empresariais.
Muitos vírus atacaram e atacam estes seres.

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