JOURDAN AMÓRA – AS OBRAS E SERVIÇOS QUE AS CIDADES PRECISAM (LXXVII)

Enturmados em seus gabinetes, os prefeitos podem até conceder audiências públicas, atender a pleitos levados por comunidades ou relatórios de suas assessorias e de determinados órgãos próximos teóricos e analistas distantes da vivência social e urbana. Também são influenciados pelos chamados representantes do povo com pleitos das comunidades de suas áreas limitadas e de segmentos classistas que representantes.

Mas nada a se comparar com a experiência vivida pelos jornalistas e a credibilidade de enfoques dos temas abordados, sempre com respaldo e para o bem público.

O jornalista é o olho e os ouvidos das comunidades como também tem os pés fincados onde há necessidade de locomoção. Conversa sem protocolos, com a gente do povo e sabe ouvir queixas, reclamações e sugestões sem influências políticas. Engrandece-se em pesquisas e pela possibilidade de conhecer as experiências e novidades que possam ser analisadas para aprimorar os instrumentos de ações públicas.

O jornalista está sempre acima da rotina e tem a responsabilidade de divulgar tudo que seja positivo e opina. Assim, não apenas pode oferecer sugestões, como ajudar a barrar as más intenções reinantes nos núcleos dos poderes públicos, empresarias ou de grupos locais.

Eles são os mais valiosos assessores, sem serem renumerados pela grandeza do serviço prestado para o bem público.

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