JOURDAN AMÓRA – AS OBRAS E SERVIÇOS QUE AS CIDADES PRECISAM (CII)

Não fosse a construção do Contorno da BR-101, entre Varandinha e Tanguá, Itaboraí teria iniciado um período infernal de movimentação na urbana Avenida 22 de Maio, que ainda conserva um toque de rodovia, pois foi a base para a passagem da RJ, no sentido de Cachoeiras de Macacu e Tanguá.

Apesar de alertas deste jornal, ao longo de décadas, a Prefeitura não planejou o seu futuro ordenado e ganhou uma concentração de edifícios na expectativa frustrada do Comperj.

A histórica e antiga cidade produtiva, teve o seu eixo comercial transferido de Porto das Caixas para a atual aglomeração comercial derivada da antiga rodovia estadual.

Antes mesmo do anúncio do frustrado Comperj, A TRIBUNA propôs algumas alternativas para o futuro da cidade: a abertura de uma via paralela desde a “Reta” até a rodovia federal Manilha-Magé que, há décadas está prometida integrar o “Anel Viário”, no entorno da Baia de Guanabara.

Também propusemos que a longa Avenida contasse com estacionamento subterrâneo que poderiam surgir fracionados com a participação da iniciativa privada, com áreas reservadas para caminhões e deixando aberta a Avenida para ambulâncias e viaturas policiais.

Com igual visão, quando inauguramos sucursal de “A Tribuna”, sugerimos ao então prefeito Joaquim de Freitas e ao seu sucessor, o aproveitamento urbano da grande extensão usada pelas torres de energia. Assim surgiu a hoje importantíssima Via Light que foi um alívio para a mobilidade urbana, junto com um viaduto construído pelo governador Geremias Fontes.

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