JOURDAN AMÓRA – AS OBRAS E SERVIÇOS QUE A CIDADE PRECISA (LXXXII)

Não houve tema mais antigo e debatido além da proposta de uma via para interligar as antigas capitais sobre a Baia de Guanabara. A ideia pioneira foi apresentada pelo Imperador Pedro II que também projetou e concluiu o hoje assoreado Canal Campos-Macaé, com109 km e inaugurado em1861, após 17 anos de obras. Antecedeu o Canal de Suez., de 193 km e com obras realizadas entre 1857 e 1869.
D. Pedro II não definiu a forma da de ligação, na erado domínio do transporte ferroviário e da travessia Rio-Niterói dependente da via marítima. Ele até imaginou uma ligação subaquática, mas a ideia de uma ponte no modelo inaugurado em quatro de março de 1974 por Mário Andreazza (e a Rainha Elizabeth, da Inglaterra) entrou em pauta com a criação, da indústria automobilística nacional, por JK, em1959.
Naquela época a permanente cobrança da imprensa gerou um Seminário na Associação Comercial de Niterói buscando uma definição: “Ponte ou Túnel” comparticipação de cariocas e fluminenses, com destaque para o diretor de Obras Públicas do antigo RJ, engenheiro Areia Leão.
Um dos seus destaques foi a previsão da expansão gonçalense e os efeitos da ligação. Sugeriu, além da solução já posta em debate, a criação de uma ligação entre as zonas norte do lado fluminense e a suburbana, do lado carioca.
Na época o transporte de cargas era feito através de barcaças que tinham dois pontos de atracação ou pela precária via de contorno da Baia de Guanabara, (Continua)

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