Jogadores apoiam permanência de Valdir Bigode no Vasco

Abel Braga, Jair Ventura, Vanderlei Luxemburgo, Roger Machado, Claudinei Oliveira e vários outros nomes foram lembrados no Vasco logo após a saída do técnico Jorginho, demitido na noite de segunda-feira. Os torcedores chegaram a invadir o perfil de Abel em uma rede social pedindo que ele deixasse de lado a ideia de só trabalhar no próximo ano e assumisse o comando do time na reta final do Campeonato Brasileiro. A preocupação está na possibilidade de rebaixamento. Porém, no que depender dos jogadores o substituto já se encontra trabalhando desde terça-feira no clube: trata-se do auxiliar Valdir Bigode.

Valdir conhece muito bem o elenco do Vasco e já atuou com vários treinadores que passaram recentemente pelo clube. É visto pelos jogadores como alguém amplamente capaz de comandar o time de maneira efetiva e não como um interino. “O Valdir é o tipo de treinador que chamamos de boleirão. Conhece bem o futebol e posso dizer que tem o respaldo de todos no elenco”, disse o lateral-esquerdo Ramon.
O diretor-executivo do departamento de futebol, Alexandre Faria, diz ter percebido que o auxiliar está evoluindo cada dia mais, estudando para se tornar um grande treinador no futuro, mas não garante que ele será efetivado.

“O Valdir conhece bem o clube e o elenco. Isso não tem dúvidas. É identificado com o clube e vem se aprimorando muito, participando de cursos, buscando o conhecimento. A cada dia que passa notamos a evolução dele no seu trabalho. Realmente conta com a confiança de todos e uma hora seu momento vai chegar, mas não posso garantir que este momento seja agora”, assegurou Faria.

Provavelmente ainda com Valdir Bigode no comando do time, o Vasco volta a campo na próxima segunda-feira, às 20h (de Brasília), para medir forças com o Ceará em São Januário, no Rio, pela última rodada do primeiro turno do Campeonato Brasileiro. Ganhar é fundamental para a equipe, que aparece na 15ª colocação com 19 pontos ganhos, apenas um a mais que o Santos, que abre a zona de rebaixamento. No entanto, o Cruz-Maltino tem dois jogos a menos que a maioria dos demais times.

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