Investigações do caso Flordelis completam 1 ano com muitas perguntas e poucas respostas

Ao completar um ano nessa terça-feira (16), a longa investigação sobre o caso Flordelis prossegue e ainda não apresenta oficialmente as respostas para elucidação sobre a morte do pastor Anderson do Carmo. Na madrugada do dia 16 de junho de 2019 o  foi morto a tiros, dentro de sua residência, no bairro de Pendotiba. Com várias suspeitas e poucas conclusões, o caso ainda segue se arrastando.

De concreto até agora só as várias reviravoltas que tornaram o caso um dos mais emblemáticos do noticiário policial nos últimos anos. Na madrugada do dia 16 de junho do ano passado, o marido da deputada federal Flordelis (PSD), foi morto mas apenas dois filhos da Flordelis, um legítimo e outro adotivo, Flávio dos Santos Rodrigues, Lucas César dos Santos, foram presos logo depois do crime. O primeiro teria sido o executor e o outro fornecido a arma do crime, que foi encontrada na residência do pastor após o crime.

Mas a Polícia Civil segue investigando o envolvimento de outras pessoas no crime, que seriam da mesma família. Cerca de dois meses após o crime, Flávio e Lucas foram indiciados, mas a Polícia Civil abriu outro inquérito, acreditando na participação de mais pessoas. Em relação a Lucas, já houve decisão para que ele seja levado a júri popular. Sobre Flávio, ainda não há decisão sobre ele irá (ou não) a júri.

Ao longo do processo a deputada e cantora gospel chegou a ser apontada como mentora da trama que levou a morte do marido. A afirmação na ocasião foi do vereador de São Gonçalo, Wagner Andrade Pimenta, conhecido como Misael. Ao ser questionada sobre o andamento das investigações, antes de deixar a Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), a então titular da especializada, delegada Bárbara Lomba (atualmente na DP da Rocinha), já havia revelado no ano passado que as investigações apontavam para uma possível disputa de poder e financeira em família. Bárbara Lomba foi substituída pelo delegado Allan Duarte, que por sua vez mantém o sigilo e prossegue com as investigações.

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