Huap recebe R$ 3,7 milhões e parte da verba irá para centros cirúrgicos

Geovanne Mendes –

Uma ótima notícia para quem precisa dos serviços do Hospital Universitário Antônio Pedro (Huap), no Centro de Niterói. A unidade hospitalar recebeu na última terça-feira R$ 3,7 milhões por meio do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).
A verba foi destinada por meio de duas portarias do Ministério da Saúde, publicadas no Diário Oficial da União. Deste total, R$ 2.584.464,83 serão utilizados para custeio de insumos e pagamentos de serviços de uso diário da unidade hospitalar. De acordo com o Superintendente do Huap, professor Tarcisio Rivello, a outra parte do recurso R$ 1.107.627,79 serão usados para investimentos em equipamentos, como ventilador pulmonar, que pode ser utilizado para o centro de tratamento intensivo (CTI), centro cirúrgico geral, centro cirúrgico obstétrico e centro cirúrgico ambulatorial, que faz parte das obras do novo complexo ambulatorial, além de aparelho laser fotocoagulador para uso no serviço de oftalmologia e central de monitoração para utilização na unidade coronariana.

Recursos para todo o Brasil
Ao todo, o reforço financeiro foi de cerca de R$ 189 milhões para 49 hospitais universitários nas cinco regiões do País. Os recursos financeiros serão liberados mediante a comprovação da liquidação dos empenhos pelas unidades.

O programa
A verba do Rehuf, programa administrado pela Ebserh, é destinada à reestruturação e revitalização dos hospitais das universidades federais, integrados ao SUS. O objetivo é criar condições materiais e institucionais para que os hospitais universitários federais possam oferecer atendimento médico e hospitalar de qualidade à população, proporcionar a formação qualificada de profissionais da área de saúde e incentivar o ensino e a pesquisa.

Segundo o presidente da estatal, Kleber Morais, a liberação de grande parte dos recursos do Rehuf destinados para 2017, ainda no primeiro semestre, é fundamental para a melhoria dos serviços prestados de forma gratuita, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

“Com esse volume de recursos já no primeiro dia útil de maio, os hospitais ficarão abastecidos e sem inadimplência nos compromissos assumidos e, em alguns casos, poderão dar andamento a planos de trabalho que dependiam de um aporte de capital”, avalia Morais.

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