Hotéis bons ‘pra cachorro’

Empresários da Região Metropolitana estão comemorando o início do período do Carnaval para ganharem uma renda extra. Hotéis para cachorros e cuidadores de animais montaram pacotes para lá de especiais para garantirem o carnaval seguro para os animais e seus tutores. Os preços variam de diárias a partir de R$ 40 até pacotes para seis dias por R$ 390.

O empresário Clóvis de Miranda, dono do Pet Hotel Pendotiba, disse que montou pacotes de hospedagem para seis dias de folia e cobra o valor único de R$ 390, independente do porte do animal. Na grande chácara são acomodados até 16 cachorros em baias únicas com direito a toda mordomia: banho de sol, banho de mangueira, integração com outros cachorros no espaço de convivência e muito dengo.

“Os donos precisam trazer a alimentação dos seis cachorrinhos e nós oferecemos como o animal está acostumado. Caso faça uso de algum medicamento também é só nos avisar. Trabalhamos com amor e cuidado aos animais. Temos que trabalhar com consciência e com responsabilidade. Nosso pethotel tem veterinário em tempo integral e toda atenção que os animais precisam e merecem”, contou.

E quem acha que pode ganhar uma renda extra neste período, acertou. Esse foi o caso do universitário Vitor Degnino, 24 anos, que abriu seu apartamento em Icaraí para hospedar até seis cachorros. A diária varia de R$ 40 até R$ 60 dependendo do porte e dos cuidados necessários.

“Sempre tive cachorro e cuidava do pet do meu primo quando ele precisava. Vi nisso uma oportunidade de ganhar uma renda. Tem quase dois anos que faço esse trabalho e estou amando. O principal é conversar com o dono do cachorro para saber os hábitos e a rotina animal. Eu também tiro fotos e faço vídeos e mando para os tutores. Eles ficam muito felizes em ver seu animaizinhos”, frisou.

A universitária Maria Vitória Silva, 23 anos, vai curtir o carnaval em Cabo Frio, na Região dos Lagos, e não vai poder levar sua cachorrinha de estimação Gamora, da raça Chow-Chow.

“Estou triste em deixar ela quatro dias longe de mim. Eu sempre deixei a chave da minha casa com a vizinha e ela cuidava para mim. Mas no ano passado a Gamora fugiu e depois fiquei sabendo que foi uma correria na rua para conseguirem prender ela. Depois disso me organizei para pagar um cuidador e deixar ela com mais segurança. Acho que é um gasto que vale a pena pois é uma tranquilidade para mim e para ela também que não passará por esses surtos de estreasse”, ponderou a moradora de Itaboraí.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

treze − três =