Homens são assassinados em Itaboraí e São Gonçalo

Augusto Aguiar –

Agentes da Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) tiveram muito trabalho ontem, ao se deslocarem para três locais de assassinatos, sendo dois deles em Itaboraí e um outro em São Gonçalo. Em um deles, por volta das 5h30min de ontem, um homem identificado como Ronaldo da Silva, de 50 anos, foi morto a tiros quando, segundo informações, estaria num posto de combustíveis da BR-101, em Manilha. A polícia foi informada que a vítima ainda chegou a entrar em luta corporal com os assassinos antes de ser morta com tiros na cabeça e tórax. Policiais do 35º BPM (Itaboraí) chegaram ao local e acionaram a DHNSG. A principal linha de investigação para o crime seria a de latrocínio, que é o roubo seguido de morte.

Ainda em Itaboraí, já no fim da manhã, a especializada foi acionada para a Avenida 22 de Maio, no bairro Venda das Pedras. Dentro de um veículo, os policiais constataram o assassinato de outro homem, morto a tiros. Os agentes apuraram que a vítima, cuja identificação não havia sido confirmada até a tarde de ontem, conduzia o carro ao lado da mulher e um bebê quando ocupantes armados de outro carro teriam emparelhado e efetuado vários disparos, que mataram a vítima. Ainda de acordo com informações, a mulher ficou ferida no rosto e foi internada e criança nada sofreu. Os agentes estavam apurando a veracidade de informes, dando conta que a vítima supostamente teria envolvimento com o tráfico, e que foi atacada por rivais que poderiam ser ligados à milícia de Itaboraí e região. A vítima seria conhecida como Robinho.

Como se não bastasse, os agentes da DHNSG encontraram, também na manhã de ontem, dessa vez no Jardim Catarina, o corpo de José Natan Ramos Batista, que estava desaparecido desde a tarde de segunda-feira, quando estava conduzindo um veículo, modelo Gran Siena. Nas redes sociais, familiares solicitavam informações sobre seu paradeiro, e informando que o mesmo trabalharia como motorista de de um aplicativo. Porém, a polícia passou a trabalhar para checar se a vítima teria (ou não) anotação criminal anterior, por homicídio, crime ocorrido em 2013. A polícia também checava a informação também teria sido preso em 2015 por policiais do 35º BPM (Itaboraí).

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