Governo e UFF planejam parceria para viabilizar projetos de energia solar

Em meio ao cenário da pandemia e da crise econômica, o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti), Dr. Serginho, se reuniu na manhã de terça-feira (22), com o reitor da Universidade Federal Fluminense, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega para tratar sobre a implantação de um parque de energia renovável. 

Atualmente, a energia renovável e investimentos em parques de energia limpa são alternativas e soluções completas para municípios e estados. A correta adequação de princípios e objetivos de sustentabilidade de acordo com o mundo moderno buscam reduzir custos e gastos da conta de luz, uma vez que os órgãos passam a comprar menos energia das concessionárias e a gerar crédito com a energia gerada e não consumida. 

“Pensamos em estabelecer os núcleos de iniciação científica em todas as oito regiões do Estado (Região Metropolitana, Noroeste Fluminense, Norte Fluminense, Serrana, Baixadas Litorâneas, do Médio Paraíba, Centro-Sul Fluminense e Costa Verde), e desde já contamos com a parceria da UFF para que a iniciativa aconteça já no início de 2021. A UFF nos trouxe um projeto fantástico, de inovação tecnológica, ressaltando a questão ambiental, para ser realizado em Iguaba, na nossa baixada litorânea. Buscaremos os critérios técnicos para a criação de um grande parque de energia renovável e um centro de pesquisa sobre o tema, uma prioridade mundial. Nosso desafio é como vamos tirar proveito disso, inclusive economicamente, para a população local, para a comunidade acadêmica e para o Estado do Rio de Janeiro. A ideia trazida é muito boa. O terreno é da própria UFF e vamos avançar”, concluiu o secretário.

O reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, salientou que a universidade está a serviço do Estado do Rio de Janeiro.

“Nosso compromisso é com o desenvolvimento integral do Estado. Estamos à disposição para ajudar na iniciação científica. Queremos deixar um legado da nova forma de pensar da população. Fico feliz que o secretário tenha rapidamente captado os valores desse projeto de sustentabilidade, de inovação tecnológica, com potencial de transformar a iniciativa em benefício direto para a população, com o barateamento da energia, por exemplo”, afirmou o reitor. 

Com o projeto instalado, a capacidade do Estado será de gerar 4,2 gigawhats/ hora, o que é uma produção bastante expressiva de energia limpa e sustentável, em benefício da preservação ambiental do planeta.

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