Funcionária de escola é agredida pelo ex-marido em Maricá

Recente pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Municípios (CNM) apontou que casos de violência contra a mulher aumentaram 20% no país, durante a pandemia da Covid-19. Em um cenário como este, nem mesmo estar no local de trabalho é garantia total de segurança. Foi o que aconteceu, nessa quarta-feira (29), em uma escola de Maricá, no Rio de Janeiro.

Uma funcionária da Escola Municipal Professor Darcy Ribeiro, localizada no distrito de Inoã, foi agredida pelo ex-marido, dentro da instituição de ensino, durante a tarde daquele dia. Guardas Municipais da cidade foram acionados e mobilizaram uma equipe ao local, a fim de conter o agressor.

No entanto, logo que percebeu a chegada dos agentes, o homem conseguiu fugir. A vítima foi amparada pela equipe de segurança. Até o momento, não há informações sobre que razões teriam motivado o ataque. A identidade da mulher foi preservada por motivos de segurança. Ainda não se sabe como o acusado conseguiu invadir a instituição de ensino.

De acordo com informações iniciais, o homem não trabalha no local. O paradeiro dele ainda é desconhecido. A reportagem de A TRIBUNA questionou a Prefeitura de Maricá se houve falha em procedimentos de segurança para que o agressor conseguisse invadir a escola. O Governo Municipal negou. A vítima não quis prestar queixa na delegacia.

O que diz a Prefeitura

Por meio de nota, a Prefeitura de Maricá, através da Secretaria de Educação, esclareceu que “o homem, identificado apenas como ex-marido de uma funcionária, entrou na escola se dirigindo à secretaria da unidade. Como seu comportamento não dava indício de descontrole emocional, a entrada foi autorizada, não havendo falha na segurança.

Ao perceber uma discussão entre o homem e a funcionária, a direção da escola solicitou que ele fosse retirado da unidade. A Polícia Militar foi acionada para retirar o homem, que permaneceu na calçada da escola proferindo ameaças e xingamentos. Por medidas de segurança, a direção solicitou a transferência da funcionária para outra unidade. No momento do ocorrido não havia nenhum aluno na escola.”

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