Força-Tarefa do Caso Marielle e Anderson recebe novos integrantes

A investigação do caso Marielle Franco e Anderson Gomes recebeu reforço. Os nomes dos novos integrantes da Força-Tarefa do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado, do MPRJ. Por determinação do procurador-geral de Justiça, Luciano Mattos, o grupo foi reforçado em sua composição e passa a contar com oito membros. A coordenação estará a cargo de Bruno Gangoni, coordenador do Gaeco e que, na última semana, havia sido designado temporariamente para assumir a Força-Tarefa.

Os demais integrantes do GAECO/FTMA são os promotores de Justiça Roberta Laplace, Fabiano Cossermelli, Diogo Erthal, Juliana Pompeu, Michel Queiroz Zoucas, Marcelo Winter e Carlos Eugênio Laureano, na condição de assistentes. Importante destacar que, desde o início, as investigações do caso Marielle e Anderson estavam sob a responsabilidade do Gaeco que, na nova formatação, dará a devida continuidade aos trabalhos.

“Reforço o compromisso do MPRJ com toda a sociedade e com os familiares das vítimas de que a instituição está empenhada na elucidação do caso. Para isso, criamos a Força-Tarefa, em março deste ano, e agora estamos ampliando o efetivo para oito promotores de Justiça focados na investigação, todos integrantes do Gaeco. Estaremos com uma grande frente de trabalho, reunindo promotores especializados, dedicados à continuidade das investigações, para a identificação dos eventuais mandantes dos crimes. Reafirmo que a elucidação completa deste caso é uma das prioridades absolutas do MPRJ”, pontua Luciano Mattos.

Recordando

A vereadora e seu motorista foram mortos na noite de 14 de março de 2018. O policial militar reformado Ronnie Lessa e o ex-PM Elcio Queiroz foram identificados como executores dos assassinatos, e já se encontram presos. O PGJ ressaltou ainda que, com a nova composição do Gaeco, serão preservados o diálogo e a atenção sempre dispensada aos familiares de Marielle e Anderson, bem como às instituições que acompanham o caso, sendo resguardado o sigilo necessário sobre informações que possam comprometer as investigações e o que é determinado legal ou judicialmente.

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