Fluminense evita polêmicas com Inter e repudia ação de torcedores no metrô

O Fluminense foi o algoz do Internacional. O empate por 1 a 1 na tarde de domingo, no Estádio Giulitte Coutinho, em Mesquita (RJ), rebaixou o Colorado para a Segunda Divisão. Com os resultados da última rodada do Campeonato Brasileiro, o time gaúcho teria conseguido evitar a degola se tivesse goleado. Porém, o que se viu em campo foi o Tricolor melhor postado e criando as melhores oportunidades, tanto que desperdiçou um pênalti e depois abriu o placar.

Apesar de ser a fama do algoz e de seus torcedores, em redes sociais, comemorarem a queda do Inter, o Fluminense adotou uma postura cautelosa. A rivalidade entre os dois vem de 1992, quando o time gaúcho venceu os cariocas na final da Copa do Brasil graças a um pênalti polêmico, convertido pelo zagueiro Célio Silva.

Um dos poucos a falar do tema rebaixamento do Inter, o técnico interino Marcão minimizou o episódio. “Fizemos uma partida em que merecíamos a vitória e que sabíamos que seria complicada, pois o Internacional jogava pelo ano. Porém, tínhamos um compromisso com o clube, com a nossa torcida e com o respeito que temos pela competição”, disse Marcão.

A diretoria do Fluminense divulgou nota repudiando a ação de um grupo de torcedores que hostilizou alguns colorados no metrô do Rio de Janeiro após o rebaixamento do clube gaúcho para a Segunda Divisão. As imagens foram ofensivas e por muito pouco o transtorno não chegou a agressão física.

O elenco do Fluminense entrou de férias oficialmente nesta segunda-feira e a reapresentação está marcada para o dia 9 de janeiro. A pré-temporada terá seus detalhes divulgados nos próximos dias.

Veja abaixo a íntegra da nota do Tricolor:

“O Fluminense Football Club vem a público manifestar seu repúdio à atitude de três torcedores do clube contra integrante da torcida do Internacional, em vídeo gravado no retorno do jogo deste domingo, no metrô.

O Tricolor pede desculpas aos colorados e ressalta que este comportamento condenável não representa o da nossa torcida. O respeito ao torcedor adversário precisa ser uma prática comum e recorrente. O futebol deve servir como instrumento de propagação da união, jamais do ódio”.

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