Filha do cantor Belo é presa suspeita de dar ‘golpe do motoboy’

A filha do cantor Belo, Isadora Alkimim Vieira, de 21 anos, foi presa na última quarta-feira (12) junto com 11 mulheres suspeitas de aplicar o golpe do motoboy. Nessa modalidade de crime um estelionatário se passa por um gerente de banco e entra em contato com a vítima, avisando de um suposto problema no cartão de crédito, como uma compra não autorizada ou uma tentativa de clonagem. Logo em seguida, diz que vai enviar um motoboy para recolher o cartão para análise. O cartão é levado depois usado pelos criminosos em compras. De acordo com os agentes, a estimativa é que a organização lucrava entre R$ 600 mil a R$ 1 milhão por mês.  

 

O cantor Belo se manifestou através da sua assessoria de imprensa e se mostrou triste com a prisão da filha.

 

“Tô muito surpreso e arrasado com tudo isso. Eu não sabia de absolutamente nada, falei com ela semana passada por telefone e ainda perguntei de tudo, da faculdade e tal. Dei sempre todo suporte como pai, pensão, faculdade, educação e amor. Me sinto muito triste e quero ser respeitado nesse momento”, disse Belo

 

Durante a operação, os policiais apreenderam 11 notebooks, nove máquinas de cartão, 50 cartões de créditos, aparelhos de telefone celular e outros materiais utilizados no crime. As mulheres foram localizadas após intenso trabalho de inteligência e monitoramento. As investigações indicam que elas são ligadas a traficantes de drogas da maior facção criminosa e que atua no Complexo da Maré, Zona Norte da capital. Segundo a DCOD, por meio deste golpe eletrônico, a quadrilha diversificou as atividades ilegais além do tráfico de drogas, do roubo de cargas e assaltos, da receptação e clonagem de veículos e tráfico de armas, passando a atuar em fraudes bancárias. 

 

 

Isabela é estudante de odontologia, mas por ainda não ter concluído o curso de formação superior, não tem direito a ficar numa ala reservada do presídio feminino.

 

As 12 mulheres presas passaram por uma triagem no Presídio de Benfica e foram encaminhadas para as unidades femininas do Complexo Penitenciário de Gericinó, em Bangu, na Zona Oeste do Rio.

 

Em 2004, Belo também chegou a ser preso e cumpriu quatro dos seis anos de condenação por tráfico de drogas e associação para fins de tráfico.

 


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