Festival Black In na programação virtual do Teatro Popular Oscar Niemeyer

O Festival Black In marca presença na programação virtual de outubro do Teatro Popular Oscar Niemeyer, mas levando ao telespectador novidades musicais, como a diversidade de Emerson Rodrigues e a versatilidade do Lado A. Para assistir às apresentações, basta acessar o facebook e o instagram @teatroniemeyer.

A apresentação será nessa sexta-feira (16), às 20h. Dejah Hajed e Lucas LT formam o Lado A. Crias das batalhas de rima do Rio de Janeiro, começaram lançando singles como “Fora Temer”, “Flores de plástico”, “Somos o Problema”, “Lobos Famintos” e “Sociedade Doente”. Recentemente, lançaram a sua primeira mixtape “DeVolta ao Lugar”, com 12 faixas. O projeto pretende viajar por diversas paisagens sonoras que vão do amor ao ódio, trazendo reflexões sobre ancestralidade, pertencimento, revolta e autoestima. Com letras impactantes e criativas que abordam temas como a vivência do povo preto, resistência, luta, amor e diversão, o duo mostra versatilidade nos flows e acredita na transformação através da cultura hip-hop, afirmando que a cultura pode instruir, empoderar e salvar vidas. Com beats modernos e originais, mesclando influências atuais com referências ancestrais, trazem matrizes do rap com uma roupagem moderna e afrofuturista.

No dia 18, às 15h, será vez do Emerson Rodrigues, cantor, compositor e ativista cultural de 24 anos. Morador de São Gonçalo, é conhecido como o “Cantor do Ônibus” devido às suas apresentações diárias dentro dos transportes públicos da região. O artista, que se expressa em diversos gêneros musicais, principalmente através da MPB, foi apelidado por causa da referência que tem no trabalho de Seu Jorge, como a música “Água Filtrada”. Lançou, no YouTube, seu primeiro trabalho autoral intitulado “Liberdade” e segue em busca de seu espaço no mercado fonográfico nacional.

O evento é um projeto nascido em Niterói e idealizado para divulgar e conectar coletivos, artistas e produtores culturais da região metropolitana do Rio de Janeiro. O espaço foi pensando para difundir a cultura de periferia e em especial o hip-hop, a fim de promover a diversidade cultural, além de mostrar o trabalho de dezenas de jovens que buscam seu espaço na cena artística das cidades.

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