Familiares de homem morto no Jardim Catarina desconfiam que houve emboscada

Familiares do técnico de informática Bruno Jardim Longobuco discutiram com advogados da empresa onde a vítima trabalha, na manhã desta quinta-feira (23), no Instituto Médico Legal (IML) de São Gonçalo. Parentes ainda aguardam a liberação do corpo da vítima para sepultamento.

De acordo com Lucilene Longobuco, irmã de Bruno, o local onde Bruno foi baleado, no Jardim Catarina, não fazia parte da rota que ele costumava usar. Segundo os familiares, ele foi chamado pelo patrão a um restaurante nas adjacências, mas o estabelecimento estaria fechado.

“Ele estava fora do expediente, em um local que não era caminho nem da empresa nem da casa dele. Queremos entender por quê mandaram ele para lá. Só atiraram no carro dele”, disse a irmã.

Segundo informações da Polícia Militar, o confronto aconteceu quando uma viatura do serviço reservado (P2) foi atacada por bandidos na Avenida Albino Imparato. O carro onde Bruno estava acabou atingido. O rapaz morreu no local. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG) foi acionada.

De acordo com o delegado Mario Lamblet, responsável pelo caso, o próximo passo será analisar o laudo de necropsia para entender quantos tiros atingiram Bruno.

“Por enquanto trabalhando as informações colhidas pelo GELC [policiais que foram ao local do crime]. Aguardando a condição do laudo de necropsia”, disse o delegado. Segundo informações da DH, o patrão de Bruno chegou ao local logo após o crime. A vítima estava sozinha no carro.

O sepultamento será 16h30min no cemitério Parque da Paz, em São Gonçalo.

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