Fábrica acusada de adulterar azeite é interditada pela polícia

A opção do óleo pelo azeite requer um custo maior, já que se trata de um produto mais caro. Em contrapartida, o preço é maior. Contudo, em Maricá, Região Metropolitana do Rio de Janeiro, a polícia aponta que uma fábrica enganava os clientes, vendendo produto adulterado. Após aproximadamente um mês de investigação, o local foi interditado nesta semana pelos agentes.

Policiais civis da 82ª DP (Maricá) interditaram uma fábrica clandestina que adulterava azeites importados, na terça-feira (23). Segundo as investigações, o produto era retirado da garrafa, misturado a óleo de soja, engarrafado novamente e vendido aos clientes. Os proprietários da empresa podem ser indiciados por crimes contra a economia popular e relação de consumo e contra a propriedade industrial. A pena pode passar de 5 anos de prisão.

Os agentes chegaram até a empresa, que funcionava em Itaipuaçu, no município de Maricá, em julho deste ano. Após apreender o material, uma perícia foi realizada e o laudo apontou que o azeite estava adulterado. De acordo com as investigações, nos tanques da fábrica eram misturados 4 mil litros de óleo de soja para cada mil litros de azeite. Desta forma, as garrafas falsificadas eram vendidas com lucro de 400%.

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