Estados e municípios poderão pegar mais R$ 20 bi em empréstimos

Estados e municípios poderão contrair R$ 20 bilhões em empréstimos no sistema financeiro. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou na sexta-feira (26) o limite de crédito dos governos locais para 2021. O limite é o mesmo que vigorou no ano passado.

O teto das operações com garantia da União, quando o Tesouro Nacional cobre eventuais inadimplências, corresponderá a R$ 9 bilhões, o mesmo valor em vigor no ano passado. O limite das operações sem garantia do governo federal foi mantido em R$ 11 bilhões.

A União tem um limite de contratação de crédito de R$ 500 milhões, valor R$ 100 milhões maior que o de 2020. Dessa forma, o teto total de operações de crédito pelos três níveis de governo – federal, estadual e municipal – subiu de R$ 20,4 bilhões em 2020 para R$ 20,5 bilhões em 2021.

A medida não tem impacto fiscal para a União, porque os limites valem para os entes públicos locais. Todo ano, o CMN fixa valores máximos que a União, os estados e os municípios podem pegar emprestado no sistema financeiro. A utilização desse limite poderá ser acompanhada pelas instituições que integram o sistema financeiro e pela sociedade, por meio do site do Banco Central.

Nova usina pode marcar retomada da economia

No mês de abril a Eletronuclear vai selecionar as empresas encarregadas da retomada das obras da usina nuclear Angra-3 prevendo o início dos trabalhos em outubro, com gastos de R$ 7,8 bilhões, ampliando o mercado de trabalho. A conclusão está prevista para o fim de 2022 e o início das operações quatro anos após.

Atualmente as duas usinas existentes terão potência para gerar 1,9 bilhão de megawatts, podendo gerar 12 milhões de megawatts hora, o suficiente, por exemplo, para suprir as necessidades de Belo Horizonte e Brasília, ou de todo o Estado do Rio.

Será um atrativo para a atividade empresarial pois a previsão é de que o megawatt/hora sairá a R$ 480 livrando-nos da dependência emergencial das usinas térmicas, cujo valor está acima de R$ 780. Quando elas são acionadas, por escassez de chuvas, é implantado sistema de bandeiras, um adicional tarifária para consumo acima de 100 kw/h.

O governo está anunciando a privatização da Eletrobras, sabendo que empresas da Rússia, EUA, França e China já manifestaram interesse em se associarem (49%) à Eletronuclear.

Volta ao interior

Quebrando o isolamento, Waldimir Amóra enfrentou mil quilômetrs de estrada para um grande encontro com os descendentes dos Tanures na cidade de Araçuaí, no Norte de Minas Gerais, onde se casaram seus pais e nasceram seus quatro irmãos mais velhos.

Levou a alegria com ele presente, pois houve uma chuva muita intensa para alegria da terra quente e de onde sai o lítio para os nossos celulares.

Após longos anos de ausência ele teve a alegria de ver como se desenvolveu a cidade e melhoraram as condições de vida para o seu povo.

Como tido “A Tribuna”, entramos no ciclo da volta para o interior progressista.

Em campanha

Conformando estar empenhado em se eleger governador, o substituto de Wilson Witzel resolveu criar o programa gabinete itinerante.

Vai instalar o governo provisório em municípios lídres de cada região, para conhecer seus problemas, sua gente e buscar soluções.

Tem um ano e meio para se popularizar no interior.

Pesadelo e alívio

O agravamento da crise da pandemia na maioria dos estados está gerando medidas mais duras contra as aglomerações.

Mas é estranha esta política de fechar tudo – e não só os centros festivos – após as 22h e até as 5h. É o período em que não ocorrem aglomerações e ninguém vai às praias.

Não seria melhor dividir as atividades profissionais em dois turnos?

Exemplo: metade das lojas funcionariam das sete às 14 horas e a outra metade das 14 (ou 15) às 21 horas?

Os horários de almoço, no comércio, poderiam ter dois turnos

Não adianta fechar à noite deixar as horas de dia claro para grandes concentrações populares.

Roubo de fios

É crescente a onda de roubo de fios em busca de cobre adquirido pelos ferro-velhos.

A atividade criminosa prejudica os serviços de telefonia e dos computadores.

A polícia se defende dizendo que “nós prendemos, a Justiça solta” ou que “estamos impedidos de fazer incursões em favelas”.

Mas as entradas das favelas podem ser vigiadas com exame de materiais que nelas entram e os ferro-velhos podem ser fiscalizados pela Polícia Civil e pela fiscalização do Estado e do Município.

Os bandidos beneficiados por alvarás de soltura podem ser cadastrados pela polícia.

Fios recolhidos

Aquele mundo de fios que solta largado pelas operadoras junto aos postes e nas ruas vai ser alvo de prometida ação da Secretaria de Conservação de Niterói.

Resta saber quando e se eles também têm cobre, bem como o destino a ser dado à sucata.

As operadoras precisam ser responsabilizadas e a Enel, responsável pelos postes públicos, tem de dar a sua contribuição.

Pobreza infame

O IBGE divulgou importantes dados: 32 milhões de brasileiros estão sem trabalho e 5,8 milhões desistiram de procurar uma oportunidade.
Isto ocorre meio à queda salarial, com novos empregados ganhando menos.

A situação brasileira é grave. Há estado onde não se paga o salário mínimo. Em Alagoas, por exemplo, a média salarial é de modestos R$ 796. Já Brasília tem a liderança: R$ 2.475,00 per capita, segundo o IBGE.

Onde andam as políticas de emprego e de renda?

O que o prefeito da sua cidade está fazendo para estimular a geração de emprego e renda, base demagógica da campanha eleitoral?

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