Estado do Rio passa de 80 mil casos confirmados de coronavírus

O Estado do Rio de Janeiro chegou na segunda-feira (15) a 80.946 casos de Covid-19, considerando todas as infecções confirmadas desde o início da pandemia. Dentre esses doentes, 65.053 se recuperaram e 7.728 morreram, o que gera uma letalidade de 9,55% dos casos confirmados. O balanço divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde também informou que há 1.253 mortes em investigação. Na atualização de ontem, foram acrescentados aos números acumulados 56 óbitos e 1.194 novos casos.

Mais da metade dos casos confirmados no estado do Rio são na capital, que soma 42.385 diagnósticos confirmados e 5.090 mortes. Em casos confirmados, as outras cidades fluminenses com os maiores números são Niterói (4.671), São Gonçalo (2.946), Nova Iguaçu (2.579), Duque de Caxias (2.218), Itaboraí (1.753), Macaé (1.584), Angra dos Reis (1.492), São João de Meriti (1.321) e Queimados (1.306).

As cidades com mais vítimas da doença, depois da capital, são Duque de Caxias (341), Nova Iguaçu (279), São Gonçalo (279), São João de Meriti (153), Belford Roxo (149), Niterói (146), Magé (112), Itaboraí (107) e Mesquita (93).

O Estado do Rio registrou ontem a menor taxa de ocupação de leitos para Covid-19 desde o início da pandemia. A taxa, que já foi de 100% para toda a rede – com exceção do Hospital Zilda Arns -, hoje é de 64%. Já para enfermaria, a ocupação é de 57%.

A fila de espera para transferências pela Covid-19, tanto em leitos de UTI quanto de enfermaria, também atingiu o menor patamar nesta pandemia, com apenas 73 pacientes. Deste total, 84% aguardam exames ou melhora do quadro clínico para efetivar a transferência. Nos últimos meses, apenas os hospitais de campanha do Maracanã e o Zilda Arns contavam com leitos livres.

A redução na taxa de ocupação nas unidades é reflexo da ampliação de leitos com hospitais de campanha e criação de leitos exclusivos em hospitais existentes, assim como o impacto do isolamento social determinado pelo governo em março.

PROFISSIONAIS — Um outro dado que representa a queda na taxa de transmissão da Covid-19 no estado é o menor número de profissionais de Saúde afastados das funções. No início de maio, ao todo, 1.169 funcionários estavam com sintomas da doença. Hoje, são apenas 400. Além da diminuição da transmissibilidade do coronavírus, a queda também pode ser atribuída ao aumento na capacidade de testagem de profissionais da saúde durante a pandemia. Ao todo, foram distribuídos mais de 305 mil testes rápidos para detecção do coronavírus. Houve aumento também para testes do tipo PCR no Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública Noel Nutels), que desde o início da pandemia passou a funcionar 24h por dia e aumentou sua capacidade de exames em mais de 300%.

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