Escritor Eduardo Maciel faz analogia precisa em seu novo conto

O contista e sonetista Eduardo Maciel participou do lançamento da Antologia “Era Vampire”, com o conto “Maximiliano da Sicília”, onde faz uma analogia muito precisa e sutil sobre o momento pandêmico. Organizado por Rafael Danesin e publicado sob o selo da Encontros Editorial, a antologia apresenta contos vampirescos das mais diversas cepas.

O conto apresenta Max, um sanguinário vampiro que vê na pandemia uma oportunidade incrível para sair da obscuridade, fugir dos bancos de sangue e se fartar diretamente nos corpos de pessoas contaminadas com o corona vírus, em seus leitos de quase morte. Sem pena, sem freio e sem antagonista capaz de pará-lo, o vampiro não precisa de licença para se saciar. Sem consciência que pese, ele devasta a cidade de São Paulo com a morte travestida de Covid.

Eduardo Maciel é gestor cultural e um artista plural. Cantor, compositor, artista circense com malabares de fita, fotógrafo, diretor de fotografia, fiscal de set de filmagem audiovisual (locações externas), escritor contista, cronista e poeta sonetista. Autor dos livros “SonetATO”, “SonetIMAGEM”, “SonetILUSTRA” (livro que foi vencedor do Prêmio Troféu Literatura 2020 como melhor livro de poesia do Brasil e o Prêmio FeLiNa – Festival do Livro Nacional – como melhor livro do ano de 2020). O quarto livro, “SonetERROR”, primeiro e único livro de sonetos de terror de que se tem notícia na história, ganhou o Selo Destaque no IV Prêmio ABERST de literatura 2021.

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