Equipe de resgate do Terminal é considerada como referência em atendimento ao usuário

Complexo rodoviário com movimentação de 535 mil pessoas em média por dia, o Terminal Rodoviário de Niterói segue com investimentos em infraestrutura e melhoria constante das instalações do local, a concessionária mantém uma equipe de resgate voltada para o atendimento da população.

Composta por três bombeiros civis, que se revezam em plantões 24 de horas e os chamados orientadores, profissionais auxiliam usuários que precisem de atendimento médico emergencial, acionando serviços como a SAMU ou Bombeiros, além de atuarem na orientação de embarques e de desembarques de passageiros nas plataformas, indicando também a localização de pontos de ônibus.

Ronald Felipe tem 30 anos e é um dos bombeiros civis que atuam no Terminal de Niterói. Além de trabalhar com a Teroni, ele é reconhecido por atuar como instrutor em cursos de bombeiros civis e salva-vidas. De acordo com Ronald, a Teroni atende, em média, cerca de 45 pessoas por mês. Os serviços se dividem, em geral, entre casos de desmaio e quedas provenientes de situações de mal estar de usuários.

Ele também conta que a faixa etária que mais precisa de atendimento são jovens entre 20 e 30 anos, que muitas vezes se sentem mal ao ir e vir do trabalho ou retornarem alcoolizados de festas durante a noite. Ele também afirma que o número de resgates costuma dobrar durante o verão, quando as pessoas costumam ter queda de pressão por conta do calor intenso.

Bombeiro civil Ronald Felipe, integrante da equipe de socorro do Terminal. Foto: Divulgação

A atividade do bombeiro civil é extremamente importante para a manutenção do bom funcionamento do Terminal. Quando acontece algum chamado, Felipe chega rapidamente ao local, onde isola a vítima de curiosos que possam atrapalhar o atendimento e faz uma triagem ao se inteirar do ocorrido. Em seguida, se necessário, entra em contato com autoridades especializadas como o Corpo de Bombeiros ou o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU) e resguarda a área até a chegada de uma ambulância adequada.

“O primeiro atendimento é importante para estabilizar a vítima e descobrir o que causou o mal estar da pessoa. Em um desmaio, por exemplo, aferimos a pressão, medimos a oximetria e procuramos identificar o que causou o mal estar antes de acionar os bombeiros”, explica Felipe.

A prontidão no atendimento da Teroni é observado e elogiada pelos usuários do Terminal. Há quem até tenha mandado um e-mail para agradecer pela agilidade do atendimento em um momento crítico, como foi o caso do socorro a uma idosa, testemunhado por Karina Soares.

“Certa vez vi uma idosa, com idade em torno de 70 anos, caiu batendo com a cabeça. A equipe do Terminal já estava em volta dela proporcionando segurança e eu fiquei observando o atendimento. Já vi muito atendimento mal feito, mas este foi de excepcional qualidade técnica”, descreveu a usuária que acrescentou:

“Em uma época em que as pessoas fazem as coisas de qualquer jeito o cuidado, a firmeza e a preocupação para com a senhora, que vi nesta equipe me deu mais esperança no ser humano”, conta Karina de forma emocionada.

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