Em nota, unidade do Colégio Santa Mônica nega ter recebido notificação da Vigilância Sanitária de Maricá

Após a reportagem veiculada no site do jornal A Tribuna no dia 28 de maio deste ano sobre uma suposta negligência por parte da unidade localizada em Maricá do Colégio Santa Mônica, o departamento jurídico procurou a reportagem para explicar, através de nota, que, diferente do que fora informado pela Vigilância Sanitária de Maricá, a escola nunca recebeu qualquer tipo de visita ou sanção por parte do órgão.

O trecho da nota diz o seguinte:

“A nota divulgada pela reportagem como sendo da Vigilância Sanitária de Maricá onde, dentre outras coisas, afirma que ‘já havia enviado duas notificações sobre descumprimento de medidas sanitárias’ e que ‘a escola brecou o acesso de equipes da Vigilância Sanitária…’ não reflete a realidade uma vez que, tais notificações jamais foram recebidas por esta Instituição de Ensino, tampouco, qualquer equipe da Vigilância Sanitária esteve no local ou nos encaminhou qualquer pedido de fiscalização”, informou o departamento jurídico do colégio.

Em outra parte, o comunicado informa que é “totalmente inverídica a informação de que estamos fazendo ‘pouco caso’ do crescimento das infecções uma vez que, assim que identificados os casos positivos, tanto de colaboradores ou de alunos, os mesmos são imediatamente afastados tendo seu retorno garantido, apenas, com a apresentação de Atestado médico”. Mas a reportagem salienta que dentro do princípio da isenção que deve sempre permear o trabalho jornalístico, a matéria ouviu o outro lado, a diretora Simone Ferreira, para responder sobre as acusações.

A própria confirmou a informação que três turmas chegaram a ter as aulas suspensas por casos de contaminação entre os alunos. Nas informações onde ela negou o que foi falado pela acusação, a reportagem publicou as informações dadas por ela.

A nota explica que “o aumento de casos de SARS-COV2, nos últimos meses, se deu de forma abrangente em todo o Brasil não sendo, portanto, específico em nossa Instituição”.

Já em relação à suposta ausência, de acordo com a escola, de notificação por parte da Vigilância Sanitária, a reportagem está tentando contato com o órgão, mas até a publicação dessa matéria não conseguiu retorno.

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