Em menos de 24 horas mais dois PMs são mortos

Dois policiais foram mortos entre segunda (29) e terça-feira (30). Nesta terça, um tenente foi baleado enquanto participava de uma operação na Ilha do Governador. Já na noite de segunda-feira, um sargento da Polícia Militar reformado foi morto a tiros na Praia de Mauá, em Magé, na Baixada Fluminense. Ambos os casos são investigados pela Polícia Civil.

No fim da manhã de ontem, o tenente Eduardo de Barros Almeida foi baleado durante operação na Ilha do Governador, e infelizmente faleceu. Durante uma incursão, na comunidade Parque Royal, o policial militar e equipe do 17º BPM (Ilha do Governador) foram recebidos a tiros por criminosos e, durante o confronto, o oficial foi atingido. Ele foi socorrido ao Hospital Municipal Evandro Freire, mas não resistiu aos ferimentos. O tenente Barros tinha 30 anos, era casado e estava na corporação desde 2011.

No segundo caso, Vaulir Richard Costa, de 49 anos, foi atingido por diversos tiros, quando caminhava pela Estrada Nova de Mauá, próximo ao local de seu trabalho. O policial chegou a ser socorrido e levado para um posto médico, mas não resistiu aos ferimentos. A Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) apura o crime. Até o início da tarde de ontem, o estado já havia enumerado 12 policiais assassinados, somente esse ano. A média é de aproximadamente um a cada dois dias. O Portal dos Procurados divulgou ontem cartaz com título “Quem Matou ?”, para ajudar a Delegacia de Homicídios da Baixada (DHBF), com informações que levem a identificação e a prisão dos envolvidos na morte do 3º Sargento Reformado da Polícia Militar. A recompensa é de R$ 5 mil.

Na tarde de sexta-feira, dois PMs foram enterrados no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste. O soldado Tiago Chaves da Silva, do Batalhão de Choque (BPChq), morreu após ser atingido no abdômen durante confronto com criminosos na Rocinha, na tarde do dia 25. Ele tinha 37 anos, era casado e tinha um filho. O sargento Flávio dos Santos da Cunha, do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE), morreu após ser baleado na cabeça durante patrulhamento na Avenida Brasil. Ele chegou a ficar internado, em estado grave, mas morreu na quinta-feira passada. Também era casado e tinha 41 anos.

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