Em apresentação no Vasco, Diniz canta hino e enaltece história do clube

A era Fernando Diniz no Vasco teve início, oficialmente, nesta segunda-feira (13) quando o técnico foi apresentado de forma oficial. Ao lado do presidente Jorge Salgado e do diretor executivo Alexandre Pássaro, o novo comandante vascaíno não escondeu a satisfação de ter sido contratado pelo Vasco mesmo com o clube se encontrando na Série B.

Na primeira resposta da entrevista, lembrou a luta do clube pelas causas sociais e combate ao racismo. Além disso, Diniz chegou a citar um trecho do hino vascaíno ao falar como pretende fazer o time jogar.

“Não vim para um time de Série B, eu vim para o Vasco. O Vasco é um gigante do futebol brasileiro e mundial. Dentro e fora de campo. Sempre se posicionou do lado certo da história. Tem muitas coisas no Vasco que me interessam e me comovem. Estou muito feliz de estar aqui” afirmou o comandante.

Uma das perguntas que ele respondeu foi sobre o modelo de jogo, de construção ofensiva iniciando pelo goleiro e zagueiros. Ele relembrou que o goleiro do Atlético Paranaense, Santos, que já era titular da equipe paranaense durante o ano em que Diniz comandou a equipe, em 2018, não sabia jogar com os pés. Mas de acordo com o novo treinador vascaíno, com muito treino o arqueiro conseguiu evoluir.

“Quando cheguei no Athletico-PR, o Santos, que foi determinante para o ouro olímpico, falaram que o único goleiro que não jogaria comigo seria ele, porque ele não jogava bem com os pés. Com muito treino, ele evoluiu muito. Hoje, é notabilizado porque sabe jogar com os pés. A maioria das críticas aos goleiros têm a ver com o posicionamento. E nenhum time que joga comigo é obrigado a jogar por baixo” comentou.

Sobre a possibilidade de novas contratações para o elenco, o treinador falou que já conhece alguns jogadores de experiências anteriores e que vai avaliar junto a diretoria possíveis reforços.

“Esse trabalho é diário. Joguei futebol para aprender a ser técnico. Tenho foco grande no jogador, para que melhore c- Quanto à contratação, a gente está vendo internamente. O elenco eu gosto muito. Um ou outro que trabalhei. Joguei contra e outros que quis levar e não consegui. Sobre modelo, tem coisas mais importante. O fato de eu gostar de ser mais ofensivo não muda a necessidade de saber se defender”, afirmou Diniz.

Foto: Rafael Ribeiro/Vasco

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