Duas casas são demolidas para o alargamento da Rua Doutor Paulo Alves

Raquel Morais

As obras de alargamento da Rua Doutor Paulo Alves, no Ingá, entraram em uma nova fase. Foram iniciadas as demolições de alguns imóveis para o aumento da via, nesse primeiro momento dois, na esquina das ruas Casemiro de Abreu e Justina Bulhões. Essas duas residências foram demolidas por completo e depois mais quatro imóveis terão algumas partes retiradas para a execução da obra.

Os outros quatro imóveis que serão demolidos parcialmente terão o recuo dos muros para facilitar as obras no trecho, entre a as ruas Tiradentes e a própria Casimiro de Abreu. “Eu moro no bairro e estou animada com essa mudança na rua. A Rua Paulo Alves nunca foi muito movimentada mas com o aumento no número de carros os congestionamentos nessa via se tornaram insuportáveis. Acredito que essa mudança vai deixar o trânsito mais fluído e vai melhorar não só para os motoristas, mas para os moradores. Tomara que diminua o barulho das buzinas”, comentou a dona de casa Fátima da Costa, 60 anos.

O alargamento vai aumentar uma faixa de rolamento da Rua Doutor Paulo Alves, que passará de três para quatro faixas. A quarta faixa será exclusiva para ônibus e essa mudança será nos moldes das obras da Avenida Marquês do Paraná, no Centro da cidade, com investimento de R$ 4,4 milhões e conclusão prevista para final desse ano. A obra está prevista no Plano Municipal de Mobilidade e ainda terá mais mudanças, como por exemplo, o paisagismo e instalação de fios de energia e de telefones subterrâneo.

“Com o alargamento da Rua Doutor Paulo Alves, o gargalo que se forma naquele trecho será resolvido, melhorando a mobilidade do trânsito da orla em direção ao Centro. O projeto também prevê calçadas novas, novo paisagismo e iluminação de LED, nos mesmos padrões do que foi feito no alargamento da Avenida Marquês do Paraná”, confirmou Renato Barandier, secretário municipal de Urbanismo e Mobilidade. O engenheiro Luís Cláudio Robaina, 61 anos, é morador da Região Oceânica mas gostou da iniciativa da obra. “Acho que vai ajudar o trânsito e não tem como fazer um omelete sem quebrar os ovos. Para fazer a obra tem que passar por essas fases. Essa rua tem muito congestionamento e vai melhorar muito”, finalizou.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

três × cinco =