Dia de São Sebastião comemorado também em Niterói

Raquel Morais –

No domingo (20), será comemorado o Dia de São Sebastião, padroeiro do Rio de Janeiro, mas em Niterói, na Paróquia de São Sebastião, no Barreto, as festividades já começaram. A novena em homenagem ao santo começou dia 11, mas a partir de hoje as comemorações serão intensificadas. Missas, bençãos, jantares e procissão vão marcar o final de semana no bairro.

Hoje, às 18h será rezado o terço seguido da novena e da ladainha de São Sebastião. A missa está marcada para às 19h e às 20h será comemorada a noite do fricassê com o conselho pastoral da paróquia. Amanhã, 19, o terço será rezado no mesmo horário, seguido da ladainha e às 19h será feita a celebração da cerimonia de transladação da imagem de São Sebastião do altar principal; às 19h30min a missa encerrará a novena especial e às 20h barraquinhas, na parte externa da igreja, vão ser montadas para serem vendidos doces, batata frita, calabresa acebolada e salgadinhos.

No próprio domingo, dia 20, os festejos ao protetor da humanidade começam cedo às 5h30min com a alvorada de fogos e abertura da matriz. Ao longo do dia vários padres vão homenagear o mártir com missa às 6h com padre Carmine, às 7h30min com o padre Dom Tarcísio, às 9h com o Arcebispo Dom José Francisco Rezende Dias, às 10h30min também terá uma missa e às 12h será servido um churrasco. Entre 12h e 12h30min será realizada a benção dos carros e missas às 14h e às 15h30min. O dia termina com missa do pároco da matriz, Helcimar Sardinha, às 17h e às 18h30min terá procissão pelas ruas do bairro com queima de fogos.

“Será um dia lindo e as pessoas devem seguir os ensinamentos dele como a coragem, fidelidade a Deus e a caridade. Hoje temos que enfrentar muitos desafios e temos muito medo e São Sebastião corajosamente vai à frente dos problemas”, explicou o padre Helcimar.

HISTÓRIA DO SANTO
Segundo Arquidiocese de Niterói São Sebastião nasceu em Narvonne, França, no final do século III, atingindo a idade adulta, alistou-se como militar, nas legiões do Imperador Diocleciano, que até então ignorava o fato de Sebastião ser um cristão de coração. A figura imponente, a prudência e a bravura do jovem militar, tanto agradaram ao Imperador, que este o nomeou comandante de sua guarda pessoal. Mas, secretamente e valendo-se de seu alto posto militar, Sebastião fazia visitas frequentes aos cristãos que se encontravam presos para serem mortos. Com palavras de consolo e de ânimo Sebastião ajudava os prisioneiros a enfrentar o martírio que os aguardava. Sebastião foi denunciado por um soldado e sentiu-se traído. Tentou, em vão, fazer com que ele renunciasse ao cristianismo, mas Sebastião com firmeza se defendeu. Diocleciano deu ordem a seus soldados para o alvejarem com flechadas e depois o deixarem sangrar até morrer. Quando uma senhora cristã foi até o local à noite, pretendendo dar-lhe um túmulo digno, encontrou-o vivo.

Depois ele mesmo se apresentou àquele imperador anunciando o poder de Nosso Senhor Jesus Cristo e perplexo e irado com tamanha ousadia, o sanguinário Diocleciano o entregou à guarda pretoriana onde foi executado então com pauladas e boladas de chumbo, sendo açoitado até a morte, no dia 20 de janeiro de 288.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *