DH requisita imagens para investigar mortes de militares

Agentes da Delegacia de Homicídios (DH) da Capital requisitaram imagens registradas por câmeras de segurança para identificarem os assassinos do soldado da PM, Marçal Teles de Brito, de 30 anos, e do cabo da Marinha, Anderson da Silva Gomes, executados a tiros, na noite de sábado, na Rua Sacadura Cabral, esquina com Avenida Venezuela, no Centro do Rio.

Marçal foi o 78° policial militar assassinado esse ano no estado, de acordo com um levantamento. O militar da Marinha era lotado no Centro de Instrução Almirante Milcíades Portela Alves (CIAMPA), na Zona Oeste do Rio, e o PM no 5º BPM (Praça da Harmonia). Segundo relatos, os dois militares estariam a paisana, num bar na Praça da Pedra do Sal, nas imediações da Rua Sacadura Cabral, quando foram reconhecidos e rendidos por criminosos, por volta das 22 horas. Em seguida, foram levados para perto da Igreja de São Francisco da Prainha, sendo executados com tiros na cabeça.

O Comando Militar do Leste (CML) confirmou no domingo a morte do capitão do Exército Diego Martins Graça. Baleado no pescoço por criminosos no dia 15 de setembro, durante operação no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, o militar teve o quadro clínico agravado e acabou falecendo.

Diego foi o primeiro oficial ferido em combate desde o início da intervenção federal na segurança pública do Rio, em fevereiro deste ano. Os criminosos usaram a estrutura de um Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) para atacar de cima os militares que iniciavam uma operação no Complexo da Penha. O capitão foi socorrido imediatamente e levado pela tropa para o Hospital Central do Exército (HCE), no bairro de Triagem, Zona Norte do Rio, onde morreu.

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