Deputado fala sobre projetos do PSL para o Brasil

Wellington Serrano –

O deputado federal, Márcio Labre (PSL-RJ), visitou a redação de A TRIBUNA e defendeu a desburocratização nos processos de registro de remédios no Brasil, falou do seu projeto que objetiva a criação de uma exceção à computação de pontos das infrações, com o qual infrações identificadas como administrativas não mais computarão pontos a carteira do proprietário do veículo, e ressaltou que, atualmente, há ausência de propostas políticas pois os “candidatos só desqualificam os outros”. Ele obteve a preferência de mais de 46.934 mil eleitores, tornando-se o sétimo deputado federal do partido mais votado do Rio de Janeiro.

Ele, que é jornalista, nascido e criado em Irajá, defende as bandeiras das pautas da Economia, Saúde e Turismo. Com um ano de mandato, se julga adaptado com os processos e funcionamento da Câmara dos Deputados e apto para atender a população do Rio de Janeiro.

“Além do meu comprometimento em defender os interesses da sociedade brasileira, sou de ouvir a população e trabalhar na produção de PLs e fiscalização do Poder Executivo”, disse.

Marcio Labre é casado e pai de dois filhos. Antes de ser eleito trabalhou como empresário e jornalista no setor privado, mas antes disso trabalhou no setor público no ramo de Arquitetura e Engenharia.

“Atuei 13 anos como dono de loja de automóveis. Na área do jornalismo trabalhei em site próprio e como articulista de alguns blogs, como ‘Terça Livre’, que ficou conhecido nas redes sociais pelo seu canal no Youtube, o ‘Panorama Brasil’, e por postagens sobre análise política. Labre disse que a ideia de ser deputado federal foi devido à falta de políticos que o representasse.

BOLSONARO – Segundo o deputado, com a aprovação aos trancos e barrancos da Reforma da Previdência no Senado, que era a principal meta do governo, agora é partir para a Tributária.

“Nesse ponto é o que o Jair precisava para poder tocar outros projetos. O Congresso, pela falta de trato do governo com o presidente Rodrigo Maia, que representa o centrão, e dos outros 340 deputados que não são da oposição total e nem do PSL, vai se posicionar de acordo com o carinho do presidente. Então, o Jair vai ter que avaliar se é melhor ter a governabilidade e dar com o pé na porta ou avaliar o tempo inteiro com que ele vai negociar, para as coisas que ele precisa, e saber conversar com os 458 parlamentares que foram eleitos pela velha política”, disse o deputado.

BANCADA FLUMINENSE – Labre disse que entre os 54 deputados da bancada fluminense é um membro que procura ajudar a todos, mas vê muitos colegas que atrapalham mais que ajudam.

“São pessoas que acabam atrapalhando a visão do conservadorismo por estar na linha de frente. Por exemplo, a deputada Talíria do PSol, que é truculenta e sem noção. Não é normal o incentivo que ela dá ao homossexualismo nas escolas. A gente tem que bater é nas correntes políticas que ficam tentando promover o homossexualismo como um produto”, criticou.

PSL X GOVERNO DO ESTADO – Segundo o deputado, o rompimento do PSL com o governador Wilson Witzel é uma ‘briga de namorado’.

“Faltou o Flávio [Bolsonaro] ter mais jogo de cintura, porque é o Witzel que está com uma postura anormal e isso ficou provado numa entrevista em que deu dizendo que ganhou a eleição sozinho, sem a ajuda do Bolsonaro. Então, se fosse o Flávio, faria uma coletiva de imprensa para dizer que as declarações do governador são mentirosas, pois quem pediu a ajuda há um ano foi o Witzel, que errou ao anunciar sua intenção em ser presidente da República”, declarou ele.

PSL – Sobre as próximas eleições, Labres disse que o partido hoje é um grupo de candidaturas alinhadas ao perfil do Bolsonaro, mas que precisa enxergar melhor a máquina pública, que foi tomada de assalto pelos partidos de esquerda.

“Mesmo estando no poder ainda temos muitos servidores concursados no organograma do governo e que fazem de tudo para boicotar o governo. Muita gente do nosso partido está histérica com isso e a política é arte de convencimento. Essa falta de percepção da realidade fez muita gente se decepcionar”, realçou Labre.

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