Depois da cerveja, a vez do azeite artesanal

Raquel Morais –

Ele está presente na maioria das mesas dos brasileiros por ser um acompanhamento muito versátil. Combina com salada, carnes, peixes e, de quebra, ainda pode ser usado como aperitivo com torradas. Acertou quem pensou no azeite e tem niteroiense investindo pesado nesse setor, como o engenheiro Márcio Eduardo Prado Vasques, com a primeira linha de artesanal da cidade.

O Azeite Prado&Vazquez foi batizado em Niterói, mas sua produção é feita no Sul de Minas, na Serra da Mantiqueira (cidade de Alagoa). O niteroiense explicou que resolveu investir em uma plantação de apenas cinco mil pés do fruto no outro estado ainda em 2009, mas que a comercialização ainda ocorre em poucos pontos da cidade.

“Esse número é muito baixo frente outros azeites de grande escala. Hoje tenho doze mil pés de oliveiras que produzem uma quantidade pequena do tempero mais usado em todo o mundo, mas de mais alta qualidade e 100% de pureza”, comentou.

O diferencial do produtor, dono da Fazenda Cauré, é a ausência de aditivos químicos e colheita manual dos frutos.

“Niterói é minha cidade do coração e fico muito feliz em representar o município com algo de tanta relevância para as pessoas”, pontuou.

A safra ocorre apenas uma vez por ano e na de 2018 foram colhidas 75 toneladas de azeitona, o que rendeu oito mil litros de azeite. O produto é vendido por R$ 28 (500ml).

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

dois × quatro =