Corpo é encontrado com mãos e pés amarrados no Piscinão de São Gonçalo

Enquanto segue o impasse sobre o que será feito no terreno onde funcionava o Piscinão de São Gonçalo, o local continua sendo palco de crimes. No final da manhã desta sexta-feira (12), o cadáver de um homem foi encontrado boiando nas águas da Baía de Guanabara, ao lado do terreno onde funcionava o espaço.

Policiais militares do 7º BPM (São Gonçalo) foram acionados via 190 por volta das 11h15min ao endereço, que fica localizado na Rodovia BR-101. Os agentes chegaram ao local por volta de 11h20min, quando militares do Corpo de Bombeiros, que também foram acionados, já tinham retirado o corpo do mar.

Os PMs afirmam que o corpo estava envolto numa lona de cor azul, não estava identificada e era um homem aparentando ter entre 20 e 30 anos. Além disso, o cadáver estava com os pés e mãos amarrados por uma fita de cor verde.

A equipe de perícia da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Maricá (DHNSG) foi acionada. Dados preliminares da perícia afirmam que o corpo possuía marcas de tiros. No local, não foram encontradas testemunhas que tenham presenciado o crime.

O corpo, que estava vestido com uma camiseta e bermuda foi removido pelos Bombeiros ao Instituto Médico Legal (IML) da cidade, no bairro Tribobó, onde passará por exames na tentativa de ser identificado. A DHNSG registrou o caso e abriu investigação para apurar o crime.

Ponto de ‘desova’

O abandono da região do Piscinão de São Gonçalo faz com que a região, ao invés de ser usada para lazer, o que era previsto inicialmente, se tornasse ponto de “desova” de corpos de pessoas executadas por criminosos. Na manhã de 9 de julho, um corpo, carbonizado, foi encontrado em um terreno baldio, na Rua Formosa.

Já em 22 de junho, um carro foi encontrado queimado, com um corpo carbonizado em seu interior, em um terreno baldio próximo ao Piscinão. No banco de trás do veículo, estava o corpo, completamente carbonizado, e em avançado estado de decomposição. Não é possível identificar características como cor, sexo e idade aparentes. A Delegacia de Homicídios também investiga os casos.

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