Corpo do diretor da Administração Regional é enterrado no Maruí

Augusto Aguiar

Cerca de 200 pessoas, entre familiares e amigos, acompanharam em clima de consternação, no fim da manhã de sexta-feira, no Cemitério do Maruí, o sepultamento de Carlos Clayton Vianna, de 41 anos, diretor-geral da Administração Regional do Barreto. Ele foi morto a tiros, na manhã de quinta-feira, quando chegava para trabalhar, na sede do órgão, no Horto do Barreto. Bastante abalados com o crime, parentes de Carlão, como era conhecido, preferiram não dar declarações. O mesmo ocorreu com a equipe de investigação da Divisão de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), que investiga o crime.

O titular da especializada, delegado Fábio Barucke havia adiantado na quinta-feira que ouviria testemunhas e sua equipe analisaria imagens registradas por câmeras de segurança, posicionadas na Rua Luiz Palmier, nas imediações do Horto, com objetivo de identificar os dois homens que estariam no veículo, modelo HB 20, que teria seguido a vítima até seu local de trabalho. Carlos Clayton foi atingido por 14 tiros de pistola e as circunstâncias do crime ainda estão sendo apuradas pela DHNSG.

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