Corpo de PM morto na Região Oceânica é sepultado

O corpo do cabo da Polícia Militar Douglas de Carvalho Cruz, que tinha 32 anos, foi sepultado nessa quarta-feira (8). A confirmação foi feita pela própria corporação, por meio de nota. Contudo, a PM não divulgou o local onde ocorreu a despedida do agente. Abalados, familiares do militar ainda não se pronunciaram. O crime aconteceu na noite de terça-feira (7), na comunidade do Jacaré, Região Oceânica de Niterói.

De acordo com a PM, o Cabo Cruz tinha 32 anos, era lotado no 12ºBPM e ingressou na Corporação em 2014. O Comando do batalhão está prestando apoio à família. Até o momento, não temos confirmação de horário e local do sepultamento. Até o momento, um suspeito de participação no crime foi preso. Ele foi capturado emk flagrante, momentos após o crime, e levado à Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG).

Ainda na noite de terça, equipes policiais do Batalhão de Ações com Cães (BAC) em patrulhamento no bairro de Charitas, em Niterói, detiveram um indivíduo conduzindo um veículo na Avenida Prefeito Sílvio Picanço depois da tentativa de ultrapassar o bloqueio policial realizado na via. Na ação, uma pistola foi apreendida. Os demais ocupantes do carro fugiram. Após vasculhamento na área, os policiais encontraram um segundo indivíduo ferido em um terreno baldio. Ele foi encaminhado para o Hospital Estadual Azevedo Lima, onde permanece custodiado.

O crime aconteceu por volta das 21h30min daquela noite. Douglas foi alvejado a tiros na Estrada Frei Orlando, sendo morto numa ação criminosa. A Polícia Militar chegou a interromper o trânsito na Estrada Francisco da Cruz Nunes, entre o Shopping Itaipu Multicenter e a Estrada Frei Orlando, no sentido Cafubá. A Frei Orlando é a principal via de acesso ao Jacaré.

Houve uma operação de incursão na comunidade momentos após o crime e o clima era de apreensão por parte de moradores e motoristas que trafegavam próximo ao local. Informações da Polícia Civil dão conta de que o corpo do Policial Militar foi levado para a Unidade de Pronto Atendimento Mário Monteiro, mas o agente acabou morrendo cerca de meia hora após dar entrada. A DHNSG trabalha no inquérito sobre o caso, a fim de esclarecer a motivação do crime.

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