Conselho de Ética da Alerj aceita denúncias contra Alexandre Knoploch e Eliomar Coelho

O Conselho de Ética da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro aceitou nesta quarta-feira (23) representações por quebra de decoro parlamentar contra os deputados Alexandre Knoploch (PSL) e Eliomar Coelho (PSOL). As denúncias foram feitas após ambos discutirem em Plenário. A admissibilidade da representação contra Knoplock foi aprovada por 4 a 3, enquanto a aquiescência da representação em relação a Eliomar foi aceita por unanimidade. Na mesma reunião, o colegiado decidiu pelo arquivamento do processo disciplinar contra o deputado Rodrigo Amorim (PSL) por ele ter realizado uma vistoria no Colégio Pedro II, em São Cristóvão, Zona Note do Rio.

A representação do Reitor do Colégio Pedro II, Oscar Halac, teve sua análise feita em conjunto com duas outras denúncias que tratavam do mesmo tema. Uma delas foi apresentada pelos deputados Waldeck Carneiro (PT) e Luiz Paulo (PSDB), e a outra foi feita pelos parlamentares Flávio Serafini (PSOL) e Carlos Minc (PSB). Todos esses procedimentos foram arquivados por 5 votos contrários, uma abstenção e um voto favorável.

As representações contra Alexandre Knoplock e Eliomar Coelho serão relatadas pelo deputado Max Lemos (MDB). Ele terá 60 dias, prorrogáveis por igual período, para apresentar o relatório ao Conselho de Ética que, por sua vez, disporá de cinco dias úteis para se pronunciar sobre o documento. A presidente do conselho, deputada Martha Rocha (PDT), informou que os membros do colegiado pretendem dar celeridade ao processo e concluí-lo ainda este ano.

“Houve um incidente em Plenário, que culminou com uma representação do deputado Eliomar em face do deputado Alexandre Knoploch e vice-versa. Esses procedimentos foram apensados e foi decidido por sua continuidade. Nos próximos dez dias será aberto prazo para as alegações de defesa. O relator escolhido foi o deputado Max, e dentro de 60 dias o parecer será apresentado. Vou conversar com o relator para que, não faltando nenhum procedimento que ele julgue pertinente, nós possamos emitir a decisão do Conselho de Ética”, disse Martha Rocha.

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