Comissão aprova parecer pela continuidade do impeachment de Witzel

A Comissão Especial de Impeachment da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (17), a continuidade do processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). Foi uma derrota avassaladora do governador afastado. O placar final foi de 24 a 0 a favor do parecer do relator Rodrigo Bacellar (SDD) pela continuidade do processo de impeachment. Apenas o deputado João Peixoto (DC) não votou, pois está licenciado por estar contaminado com a Covid-19.

A Comissão Especial de Impeachment da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (17), a continuidade do processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). Foi uma derrota avassaladora do governador afastado. O placar final foi de 24 a 0 a favor do parecer do relator Rodrigo Bacellar (SDD) pela continuidade do processo de impeachment. Apenas o deputado João Peixoto (DC) não votou, pois está licenciado por estar contaminado com a Covid-19.

A comissão especial que analisa o pedido de impeachment do governador afastado Wilson Witzel na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou hoje (17), por 24 votos, o parecer do relator, deputado.

Em pouco mais de duas horas, Bacellar leu seu relatório de 77 páguinas, onde afirma que há fortes indícios de que o governador afastado tenha cometido crime de responsabilidade por meio do recebimento de vantagens indevidas. Witzel é acusado de participação em um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao combate à pandemia de Covid-19 no Estado do Rio. Ele foi afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O texto segue agora para votação em plenário, onde pode receber emendas. Por isso, a votação poderá levar mais de uma sessão.

Para ser aprovado, o texto precisará do quórum qualificado de dois terços dos 70 parlamentares, ou 47 deputados. Caso a decisão da Casa seja pela aceitação da denúncia, será formado um tribunal misto composto por deputados e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado (TJRJ).

Wilson Witzel se manifestou nas redes sociais após sofrer a derrota na Comissão Especial da Alerj. Em seu perfil no Twitter, ele afirmou que tem sofrido um “linchamento político”, mas que recebeu “com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj”.

“Venho sendo acusado sem provas e sem direito à ampla defesa, inclusive no STJ. A minha luta é pela democracia, é para que um governador eleito pelo povo possa prosseguir e concluir o seu mandato. Combati o crime organizado e a corrupção, que tentou se instalar no meu governo. Eu determinei a investigação dos contratos da Saúde e afastei os suspeitos. O linchamento político do qual tenho sido vítima deixará marcas profundas no RJ. Recebo com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj. Além da defesa por escrito, antes da votação em plenário farei a minha defesa presencial, demonstrando que não cometi crime de responsabilidade. Tenho confiança em um julgamento justo”, escreveu em sua rede social.

A Comissão Especial de Impeachment da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou por unanimidade, nesta quinta-feira (17), a continuidade do processo de impeachment do governador Wilson Witzel (PSC). Foi uma derrota avassaladora do governador afastado. O placar final foi de 24 a 0 a favor do parecer do relator Rodrigo Bacellar (SDD) pela continuidade do processo de impeachment. Apenas o deputado João Peixoto (DC) não votou, pois está licenciado por estar contaminado com a Covid-19.

A comissão especial que analisa o pedido de impeachment do governador afastado Wilson Witzel na Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) aprovou hoje (17), por 24 votos, o parecer do relator, deputado.

Em pouco mais de duas horas, Bacellar leu seu relatório de 77 páguinas, onde afirma que há fortes indícios de que o governador afastado tenha cometido crime de responsabilidade por meio do recebimento de vantagens indevidas. Witzel é acusado de participação em um esquema de desvio de recursos públicos destinados ao combate à pandemia de Covid-19 no Estado do Rio. Ele foi afastado do cargo pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O texto segue agora para votação em plenário, onde pode receber emendas. Por isso, a votação poderá levar mais de uma sessão.

Para ser aprovado, o texto precisará do quórum qualificado de dois terços dos 70 parlamentares, ou 47 deputados. Caso a decisão da Casa seja pela aceitação da denúncia, será formado um tribunal misto composto por deputados e desembargadores do Tribunal de Justiça do Estado (TJRJ).

Wilson Witzel se manifestou nas redes sociais após sofrer a derrota na Comissão Especial da Alerj. Em seu perfil no Twitter, ele afirmou que tem sofrido um “linchamento político”, mas que recebeu “com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj”.

“Venho sendo acusado sem provas e sem direito à ampla defesa, inclusive no STJ. A minha luta é pela democracia, é para que um governador eleito pelo povo possa prosseguir e concluir o seu mandato. Combati o crime organizado e a corrupção, que tentou se instalar no meu governo. Eu determinei a investigação dos contratos da Saúde e afastei os suspeitos. O linchamento político do qual tenho sido vítima deixará marcas profundas no RJ. Recebo com respeito e tranquilidade a decisão da comissão da Alerj. Além da defesa por escrito, antes da votação em plenário farei a minha defesa presencial, demonstrando que não cometi crime de responsabilidade. Tenho confiança em um julgamento justo”, escreveu em sua rede social.

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