Comerciantes de SG comemoram as vendas de Natal

Raquel Morais –

A Câmara de Dirigentes Lojistas de São Gonçalo (CDL-São Gonçalo) divulgou nesta quinta-feira (21) que os comerciantes do município estão comemorando as vendas para o Natal. A expectativa é de um aquecimento de 3,5% a 5,5% de aumento nas comercializações quando comparado com o mesmo período de 2016. Também é esperado um gasto médio entre R$ 60 e R$ 95 por gonçalense. Outro levantamento divulgado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) pontuou que 9% dos consumidores escolheram a última semana para as compras, o que corresponde a 11,5 milhões de pessoas em todo o país.

Na manhã de ontem, o movimento era grande no Centro, Jardim Catarina e no Rodo, por exemplo. Comerciantes da Rua Presidente Kennedy e no entorno da Praça Luis Palmier, por exemplo, estavam contentes com as vendas e gonçalenses animados com as compras. “O movimento está bom, mas ainda é menor do que no ano passado. O gonçalense vai deixar para cima da hora, como é comum no comércio. Mas quem já está adiantando os presentes está procurando gastar em média setenta reais por presente”, comentou o empresário Roberto Silva, 52 anos, proprietário da marca de biquínis Bumbum na Areia, que fica no Jardim Catarina.

Para o presidente da CDL-São Gonçalo, Mario Santos, a esperança do pagamento dos salários dos servidores vai propiciar um aumento nas compras. “O comerciante de São Gonçalo está preparado para receber essa demanda. Esse período sempre é de aquecimento e não só com o público de servidores públicos. São Gonçalo é um município grande e populoso, com um comércio forte e um parque industrial bom. Isso tudo acarreta um volume de vendas”, comentou.

“Eu deixei para fazer minhas compras no sábado. Acredito que terei mais tempo e que os preços vão estar melhores. Assim eu garanto uma economia”, comentou o militar Erivelton Lopes, de 33 anos, morador do bairro Paraíso. Porém a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, disse que nem sempre isso é uma boa opção. “Se o consumidor deixa para comprar muito em cima da hora, acaba não tendo tempo para pesquisar preços ou encontrar opções de produtos mais baratas e, consequentemente, fica mais exposto a gastos maiores, que podem comprometer o orçamento. O ideal é fazer uma lista de todos os presenteados, definir o quanto se pode gastar e levar o dinheiro contado. Dessa forma, não há perigo de exceder o valor previsto com a compra de outros presentes por impulso”, finalizou.

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