Combustível deve continuar subindo de preço

Os combustíveis poderão sofrer nova alta em breve. É o que afirmou a Petrobras, logo após o presidente da República, Jair Bolsonaro (Sem Partido), declarar que estava discutindo maneiras de viabilizar a redução. A estatal convocou entrevista coletiva na qual reafirmou sua politica de preços.

A informação foi dada pelo presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna. Ele negou quaisquer mudanças na forma de trabalho da Petrobras. “Não há nenhuma mudança na política de preços da Petrobras. Continuamos trabalhando da forma que sempre trabalhamos”, afirmou Silva e Luna.

Além disso, o presidente da estatal fez questão de pontuar que todo o valor que excede R$ 2 na composição do preço da gasolina não é de responsabilidade da estatal, mas sim do Governo Federal. Horas antes da coletiva, nessa segunda-feira (27), na cerimônia de comemoração dos mil dias do governo, Bolsonaro comentou sobre o preço dos combustíveis, o que motivou a convocação da coletiva pela estatal.

“Alguém acha que eu não queria a gasolina a R$ 4? Ou menos?”, disse Bolsonaro. É importante ressaltar que o preço dos combustíveis, especialmente a gasolina, registrou alta pela oitava semana consecutiva no Brasil. Na semana de 19 a 25 de setembro, em Niterói, o preço médio da gasolina comum foi de R$ 6,596, segundo a Agência Nacional do Petróleo (ANP).

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