Cofrinhos cheios e comércio sem moedas

Raquel Morais

O antigo cofre de porquinho acaba se tornando um aliado para quem precisa juntar as moedas para economizar no final do mês ou ano. Porém esse acumulo de ‘pratinhas’ em excesso está prejudicando comerciantes, que sofrem sem troco. Para driblarem essa escassez alguns empresários niteroienses oferecem alguns benefícios para quem trocar as moedas por notas.

Em um supermercado do Ingá a cada R$ 150 de moedas a pessoa tem direito a um bolo de fabricação da casa. A dona de casa Ana Cristina da Costa, 60 anos, deu um cofrinho cheio de moedas de R$ 1 para seu neto de aniversário. “Quando ele contou tinha R$ 160 nós fomos no mercado e trocamos o dinheiro e ainda ganhamos o doce. É uma forma de carinho com quem vai lá trocar. E todos se ajudam”, comentou.

O Banco Central informou em nota que até 10 de outubro de 2016 foram disponibilizadas 394,20 milhões de unidades de novas moedas, que já se encontram em circulação. Em 2015, o Banco Central do Brasil disponibilizou 685 milhões de unidades de novas moedas. Existem hoje em circulação 24,22 bilhões de unidades de moedas e o custo médio de produção de novas moedas é de R$ 0,25 por unidade.

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