Clareza na aplicação das vacinas e auxílio emergencial em Búzios

A Câmara de Vereadores de Búzios realizou a 15ª Sessão Ordinária e os parlamentares fizeram indicações importantes, que variaram desde mais acompanhamento nas aplicações das doses da vacina contra a Covid-19, até a criação de um auxílio emergencial de R$ 600 nesse período da pandemia.

O vereador Raphael Braga, do DEM, levou um requerimento pedindo ao prefeito que seja enviada uma relação de nome, idade e data de vacinação de todos que foram vacinados justificando a função em caso de agente público. “O período de 10 dias muita coisa foi falada na cidade, supostas furadas de filas, pessoas sem saber para onde ir no dia da vacinação. Uma questão de transparência que aos olhos da população não ficou clara. Pessoas com idade inferior com a idade que deveria ser respeitada se vacinando e não sendo aplicadas as doses nos quilombolas. Pedimos transparência”, frisou.

O vereador Josué Pereira dos Santos (PRTB) pediu um minuto de silêncio para homenagear as pessoas que morreram vítimas da Covid-19 e também reforçou as palavras do colega Raphael. “Não quero acreditar que pessoas estejam furando filas. E se isso acontecer que elas possam ser punidas”, sintetizou.

Braga trouxe a indicação do Projeto de Lei e pede a autorização do auxílio de R$ 600 por mês, a começar em maio. “Peço a sensibilidade do prefeito de discutir o orçamento que tem disponível para isso. Muitas famílias estão passando dificuldade. Muitas famílias querendo cesta básica e isso é muito preocupante. O governo passado deixou R$ 72 milhões em caixa e no começo do ano tem arrecadação maior e depois tende a cair um pouco, mas nossa cidade tem recurso disponível. É prioridade atender necessidade básica da nossa população”, frisou.

Gelmires da Costa Gomes Filho (DEM), o Gugu de Nair, parabenizou o colega Rafael Aguiar sobre o auxílio emergencial. “Não é questão de escolha, é de necessidade. A pandemia teve início após o verão do ano passado e alguns comerciantes ainda conseguiram se manter no inverno. Mas esse ano não tivemos verão e o que vem acontecendo é muito complicado para esses próximos quatro e cinco meses. O auxílio emergencial é um investimento e não um custo”, frisou.

Ainda em discussões sobre a pandemia do coronavírus o parlamentar Nilton de Almeida (Pros) pediu para ampliar o público-alvo que deveria receber a vacina contra a Covid-19. “Guardas Vidas, motoristas de ônibus, vans e táxis, caixas de supermercados e atendentes de lanchonetes. Essas pessoas têm contato com público e estão em situação de vulnerabilidade e precisam dessa vacinação”, resumiu.

A Prefeitura de Búzios foi questionada sobre as questões abordadas durante a sessão mas ainda não se manifestou.

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