Cerca de 10% da frota de Niterói usa GNV

Raquel Morais

Dados fornecidos pelo Departamento de Trânsito do Estado do Rio de Janeiro (Detran) mostram o aumento da frota de carros com GNV em Niterói. Em 2016, somando os meses de janeiro e fevereiro, eram 26.357 veículos com o combustível. Já este ano são 29.362, o que representa uma alta de 11,4% na inclusão do gás natural. Outro ponto importante é que o número de carros com GNV rodando nas ruas da cidade já representa 10,1% do total da frota, que hoje passa dos 288 mil.

Preço mais barato, menos poluente e redução no Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) são os principais motivos que levam os motoristas optarem pelo GNV.

“Eu não saio de casa sem o carro e logo que pude adaptei meu carro para o GNV. Tenho muita economia, mas também tenho ciência que meu carro não desenvolve com o gás da mesma forma que desenvolve com a gasolina. Mas a economia vale a pena”, pontuou o professor de educação física Maicon Moreira, de 39 anos.

O preço médio do metro cúbico de GNV em Niterói custa R$ 2,066, segundo levantamento dos preços realizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). Na cidade há motorista que poderá encontrar o combustível por R$ 1,899. Já a gasolina apresenta média de litro a R$ 3,984, com valor mínimo de R$ 3,699. O etanol apresentou média de R$ 3,523 e preço mais em conta de R$ 3,199.

Em um cilindro de 16 metros cúbicos de gás o motorista gastaria R$ 30,38 para abastecê-lo com GNV e terá autonomia média de 170 quilômetros. Com a gasolina, para andar a mesma distância, o niteroiense tem que desembolsar R$ 62,68, referentes a 17 litros. A economia, quando comparados os dois combustíveis, chega a 106,9%.
Com o etanol, para a mesma distância, seriam necessários 28 litros, o que totalizaria R$ 89,57, ou seja 194,7% de economia na comparação com o GNV.

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