CENSO INDICARÁ NITERÓI COM CRESCIMENTO ABAIXO DE ZERO

Há uma tendência mundial de redução populacional – salvo na África – mas este indicador vem sendo desenhado
em Niterói após a fase de “boom imobiliário”, de 1970 a 1991, quando a população saltou de 324.246 pessoas para 426.340. Em 21 anos, ocorreu um crescimento de 102,1 mil habitantes. No período seguinte, o IBGE registrou,
no ano de 2000, um total de 453.582 habitantes, um acréscimo de apenas 29 mil em nove anos.
Do início do milênio até 2020, o quadro foi ampliado para 512 mil, um acréscimo de 58, mil habitantes.
O IBGE estimou neste início de 2021, uma população de 515.377, um crescimento abaixo de 1%, quando no
passado era de 3% ao ano.

MENOS GENTE

A pandemia e a violência levaram quase duas mil pessoas, mas perdemos
muitas vidas por causas naturais.
O número de nascimentos diminuiu, como também o de casamento. O período 2020/2021 deverá indicar crescimento abaixo de zero, o que já vinha sendo demonstrado em muitos municípios brasileiros, sem se considerar,
por outro lado, a migração.

MME PUBLICA DIRETRIZES PARA LEILÕES DE ENERGIA EXISTENTE A-1 E A-2


O Ministério de Minas e Energia (MME) publicou na sexta-feira (11) no Diário Oficial da União (DOU) as diretrizes para a realização de leilões de energia existente A-1 e A-2 em 2021. Os certames estão marcados para ocorrer no dia 3 de dezembro deste ano e ficarão a cargo da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A portaria diz que o início do suprimento de energia do leilão A-1 terá início em 1º de janeiro de 2022 e término em 31 de dezembro de 2023. No
leilão A-2, o início ocorrerá 1º de janeiro de 2023 e término em 31 de dezembro de 2024. De acordo com a portaria, os contratos dos leilão serão serão no ambiente regulado. No caso do leilão A-1, o Contrato de Comercialização de
Energia no Ambiente Regulado (CCEAR) será na modalidade por quantidade de energia elétrica e os custos decorrentes dos riscos hidrológicos serão integralmente assumidos pelos vendedores.


Já para o leilão A-2, os CCEARs ocorrerão na modalidade por disponibilidade, para a a energia elétrica gerada a partir de fonte termelétrica a biomassa, a carvão mineral nacional, a gás de processo e a gás natural. Em todos os casos, os custos decorrentes dos riscos hidrológicos serão integralmente assumidos pelos compradores, “com direito de repasse às tarifas dos consumidores finais”.
O contrato no ambiente regulado também se dará, no leilão A-2, para as demais fontes geradoras de energia, como hidrelétrica, eólica e solar, e os custos decorrentes dos riscos hidrológico serão integralmente assumidos
pelos vendedores.

ENFRAQUECENDO
Na interpretação de analistas políticos o governo Cláudio Castro está se fechando junto com um grupo político
limitado. Ao contrário de outros disputantes a cargo executivos, não está agregando novas força politicas. Na mesma análise da fraqueza da sua candidatura, tem nomeado para os cargos de secretários pessoas que não estão levando boa imagem pública. Erra ao imaginar que pode fazer o “fechamento” em torno do seu nome confiando na possibilidade da repetição do “mito Bolsonaro”, emergido em 2018 e que já definhou como mostram as pesquisas pré-eleitorais.
Ele também não está levando em conta a tendência de muitos políticos usufruírem do governo até a fase decisiva
para as eleições.

AMIGO DOS POBRES
O presidente dos EUA, Joe Biden, promete fazer doações de 200 milhões de doses de vacinas no curso deste ano
e mais 300 milhões em 2022. É uma previsão pessimista em torno da duração da pandemia, contrariando
governantes que projetam atingir até dezembro a meta de 100% de vacinação de seus povos.
Satisfeito com o desempenho da vacinação em seu país, ele promete atenção der as nações pobres que têm dificuldades financeiras para acesso aos laboratórios internacionais. Joe Biden surpreendeu ao decidir
tirar da lista de beneficiados, o Brasil.
Esquece-se de que este país sulamericano é um dos maiores contribuintes da riqueza norte-americana e um
grande aliado. Para tanto basta conhecer o montante das remessas de lucros feitas pelo Brasil para os EUA, através
das multinacionais lá sediadas e que aqui operam.

CALMA, GENTE
Aumentou muito o número de pessoas que estão dispensando o uso de máscaras e circulando como se estivéssemos
voltado à normalidade. A recomendação médica é do uso permanente de máscaras mesmo que 75% da
população tenha sido vacinada (estamos com apenas 26%) e isto com as duas doses. O maior número de “caras limpa” é de jovens abaixo de 18 anos, que não têm sido alvo de campanhas de vacinação, embora até crianças tenham sido vítimas da Covid. Alguns países já estão vacinando crianças de até seis anos de idade.

VOLTAMOS À ONU
Tendo a glória de presidir, através de Oswaldo Aranha, a Assembleia de criação da ONU, em 1948, o Brasil ficou 11 anos sem participação no Conselho de Segurança e agora volta por decisão de 181 dos 190 países membros.
O Conselho de Segurança é formado por 18 países, mas apenas EUA, Grã-Bretanha, Rússia, França e China são membros permanentes, com direito a veto. Mudança nesta norma é tratada por países como a Alemanha e Japão,
derrotado na guerra encerrada três anos antes da criação do Organização. Junto com o Brasil agora participam
do Conselho, Gabão, Gana, Albânia e os Emirados Árabes.

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