CÉLIO JUNGER VIDAURRE: Bola da Vez

Dudu é a bola da vez!

Depois das últimas pesquisas apresentadas com referência ao próximo pleito para governador do RJ, ficou patente que, com os candidatos colocados para o eleitorado determinar sua preferência, nenhum desses anunciados que correm para chegar ao Palácio Guanabara terá chances concretas, ou seja, os números percentuais são, simplesmente, impróprios para a disputa. Faltam doze meses para a eleição e dos quatro pretendentes ao poder estadual, está mais
do que claro o insucesso de qualquer um deles.

Tanto o atual governador Cláudio Castro que tentará a reeleição, como Rodrigo Neves, Marcelo Freixo e Felipe Santa Cruz, de acordo com as pesquisas ocorridas, não aparecem com possibilidades reais de vitória. Nenhum deles. Por isso, com esse “andar da carruagem” tudo parece que o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, cuja disputa ao cargo em 2018 e perda para Wilson Witzel, voltando a ser Prefeito da Cidade Maravilhosa em 2020, onde já havia administrado por oito anos com muito sucesso, poderá ser a opção com possibilidade real de vitória. Eduardo Paes já mostrou seu talento como administrador e poderá ser o candidato ideal, vez que, com esses quatro apresentados até aqui, não se
vê nenhum com charme para morar no Palácio Guanabara.

Ele é rico em experiência administrativa e desfruta tudo aquilo desejado de um governador. Sabe, muito bem, usufruir da capital do estado, sabe tudo que ela precisa. É um contraste total com esses outros candidatos ao próximo pleito, sem quaisquer referências que Eduardo Paes é detentor e conquistou ao longo do tempo na Prefeitura do Rio. Por tudo isso, acredita-se que o atual Prefeito da Capital perceberá o momento ideal para chegar ao governo do estado. E
é esse. Como deverá renunciar à Prefeitura para concorrer ao governo do estado, Eduardo, certamente, não titubeará, pois a hora é essa.

Por outro lado, se vê que o esquerdista Marcelo Freixo está tentando mais uma vez um cargo majoritário e o outro esquerdista e Presidente da OAB Felipe Santa Cruz que em 2004 não conseguiu, nem sequer, a eleição para vereador do Rio. Aliás, obteve naquela oportunidade, uma votação pífia e Rodrigo Neves, ex-prefeito de Niterói, que ninguém sabe se é da esquerda, da direita ou de que lado opera. O fato concreto é que, com esses concorrentes, repisa-se,
Eduardo Paes encontrará uma verdadeira “barbada” para chegar ao Governo do Rio. Nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada.

Vê-se que, não haverá qualquer possibilidade de zebra nesse contexto apresentado, pois, Eduardo tem a jurisprudência firmada no meio político e sabe do momento exigir responsabilidade para um gestor que nutre o que
há de melhor para o Rio de Janeiro. O eleitor já errou uma vez, trocou Eduardo Paes por Wilson Wtizel. Deu no que deu. Não pode errar novamente. As consequências daquele erro de 2018 foram totalmente prejudiciais ao estado.
E Marcelo Freixo, Felipe Santa Cruz, Rodrigo Neves e essa coisa horrorosa do governador Claudio Castro não trazem a certeza administrativa possuída por Eduardo Paes. O que não podemos é ficar lamentando uma dor e possibilitar a criação de outra dor e sofrer novamente. Chega!

A sorte dos fluminenses está lançada, mas, o bom mesmo é escolher o candidato certo para evitar os aborrecimentos. É mais barato e mais fácil do que encontrar uma maneira de se livrar deles depois. Votar em candidato sem nenhuma segurança não é uma boa. É preciso que o eleitor tenha consciência do tamanho do cargo que será disputado, ou seja, os pretendentes deverão, acima de tudo, terem tamanho suficiente para encarar a responsabilidade. Dentro do apresentado não há outra opção que não seja Eduardo Paes

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