CD e DVD entitulado ‘Dobrando a Carioca’ no palco do Teatro da UFF

Um encontro de quatro ases da música brasileira ao vivo, Assim é o registro em CD e DVD do espetáculo “Dobrando a Carioca”, que os quatro estarão promovendo com o show no Teatro da UFF hoje e amanhã, às 20h.

Trata-se de um projeto que nasceu há dezessete anos numa mesa do centenário Bar Luiz, no Centro do Rio. Ou, como bem definiu Moacyr Luz, é “uma partida entre amigos, todos jogando pro mesmo lado, pro mesmo gol”. Além de Moacyr (voz, violão e percussão), os craques escalados são Zé Renato (voz, violão e percussão), Jards Macalé (voz, violão e percussão) e Guinga (voz e violão).

Em cena, os quatros alternam canções autorais e clássicos como “Um a Zero” (Pixinguinha/Benedito Lacerda/Nelson Angelo), “A saudade mata a gente” (Antônio Almeida/João de Barro), “Acertei no Milhar” (Wilson Batista/Geraldo Pereira) e “Nega Dina” (Zé Keti).

A classificação etária é çivre e os ingressos custam R$ 60 (inteira) em R$ 30 (estudantes, maiores de 60 anos, menores de 21 anos e pessoas com deficiência).

João e Maria no Teatro da UFF

A história de João e Maria todo mundo conhece… Duas pobres crianças, rejeitadas por sua madrasta, se veem perdidas no meio da floresta, indo cair nas mãos de uma perigosa feiticeira.

Na versão apresentada pela Cia de Repertório de Teatro Musical, este clássico assinado pelos Irmãos Grimm é recontado com um jeitinho bem brasileiro. Transportada para o sertão nordestino, a história toma ares de cordel e repente, tendo toda a sua trajetória transformada no contexto da realidade de nosso país. A peça infantil será apresentada aos sábados e domingos, às 16h, até dia 30 desse mês.

Com o ponto de vista feminista, ressaltando a força da mulher nordestina, Maria e João, duas pestinhas, se perdem no meio da Caatinga. Raimunda, a madrasta emergente que sonha apenas em ter o seu próprio conforto, trama o sumiço dos dois, enquanto seu marido Zé Honesto, um artesão da terra, vai à cidade arrumar uns trocados para a sobrevivência de sua família. Os dois, perdidos, cansados e famintos, vão parar no barraco da Velha Mandingueira, uma casinha feita de rapadura, pé-de-moleque, sorvete de açaí, cuscuz etc. Essa velhinha, a quem eles chamam de “Tia Lindinha”, é uma retada mandingueira que vive de sarapatel de gente, se alimentando de crianças abandonadas.

Assim contada, a história das crianças alemãs, toma ares de fábula sertaneja, com a trilha sonora executada ao vivo pelos atores, transformando a encenação num espetáculo genuinamente popular.

A classificação etária é livre e os ingressos custam R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada).

O Teatro da UFF fica na Rua Miguel de Frias, 9 em Icaraí. Mais informações pelo telefone (21) 3674-7512

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