Caso Romário Barros: um mês de investigações e nenhuma resposta

“Um mês sem você (…) Você encantou todos aqui embaixo e tenho certeza que agora são os anjos que estão sendo encantados por você. Choro e chorarei eternamente essa saudade. O primeiro mês do para sempre sem você…”Te amo”. A mensagem emocionada, postada nas redes sociais, é da viúva do jornalista Romário Barros, nesta quinta-feira (18), dia em completou um mês do assassinato da vítima, em Maricá. As investigações seguem sendo realizadas pela Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), em caráter sigiloso.
Romário Barros, foi morto nas imediações da Lagoa Araçatiba, em Maricá, quando o jornalista foi atingido por tiros depois de entrar no seu carro. Romário era dono do portal de notícias Lei Seca Maricá (LSM). A Polícia Militar informou na ocasião que foi acionada para um desaparecimento mas que minutos após ser acionada, o corpo de Romário foi encontrado dentro do próprio veículo por um amigo, o mesmo que avisou a PM do sumiço do jornalista. A morte de Romário foi marcado por ser a segunda vítima que exercia a profissão de jornalista na cidade. No mês de maio (dia 25) o também jornalista Robson Giorno, foi morto a tiros nas proximidades de sua residência, na Avenida Prefeito Ivan Mundin, no bairro Boqueirão. Ele era proprietário do Jornal O Maricá e chegou a ser pré-candidato a prefeito da cidade nas eleições de 2016.
No início desse mês, a Organização das Nações Unidas (ONU) condenou o assassinato do jornalista Romário Barros, e reforçou que não vai permitir a impunidade para esse caso. Os esclarecimentos desses homicídios ainda não estão claros pela Polícia Civil, que adotou a postura de sigilo. O Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado do Rio de Janeiro aguarda as apurações das autoridades de Segurança do Estado para que esses crimes não passem impunes.

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