Caso Flordelis: Yvelise Oliveira, mulher do senador Arolde de Oliveira, presta depoimento na DHNSG

Convocada para ser ouvida em investigação da morte do pastor Anderson a esposa do senador Arolde de Oliveira, Yvelise de Oliveira, chegou num carro da própria MK (Gravadora da empresária) , por volta das 15h na Delegacia de Homicídios de Niterói (DHNSG) e com uma advogada e um funcionário do gabinete do marido, está há mais de duas horas em depoimento para explicar como o celular de Anderson, marido da deputada federal Flordelis (PSD), foi conectado ao wifi da casa de Yvelise com um chip no nome de Yvelise, horas depois do assassinato, no dia 15 de junho de 2019. Não se sabe onde o chip dele foi parar. Arolde não é investigado no caso.

Yvelise entrou na delegacia acompanhada de sua advogada e sem falar com a imprensa. Ela e o marido eram amigos próximos do casal Anderson e Flordelis. A polícia procura entender como o aparelho foi parar na casa de Yvelise naquela noite e considera esse um detalhe importante da investigação.

Segundo inquérito da DH-Niterói, horas após ter sido utilizado no Rio, o aparelho seguiu para Brasília. Lá, o celular foi conectado à rede Wi-Fi de outro endereço residencial antes de desaparecer. Na ocasião, o senador, um dos líderes do PSD, partido do qual Flordelis também faz parte, se disse perplexo e levantou a possibilidade de uma clonagem.

O advogado da família do pastor Anderson do Carmo, Ângelo Máximo, acredita que está havendo morosidade da justiça. “O que acontece, na minha opinião pessoal, o que está levando essa inquérito a perdurar é que nós temos como investigada uma deputada federal . Na imagem da Justiça, onde aparece a imagem com os olhos vendados, na verdade é um olho só e o outro aberto. O que está aberto, enxerga os menos favorecidos e o olho fechado não enxerga quem é de classe média-alta da investigação”.

A crítica foi feita, na manhã dessa terça-feira (11) o advogado Ângelo Máximo compareceu na sede da Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG), possivelmente ao ser informado que estava previsto também para essa terça-feira o comparecimento de Yvelise de Oliveira, para prestar depoimento sobre o episódio do sumiço do aparelho celular do pastor e esclarecimentos sobre o fato da polícia ter apurado que o tal aparelho teria sido conectado a chip em nome de Yvelise.


Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *