Candidatos a reitor da UFF participam de primeiro debate

Wellington Serrano –

A Comissão Eleitoral para Reitor da UFF promoveu, na manhã desta terça-feira (27), no Hospital Universitário Antônio pedro (Huap), o debate entre os candidatos a reitor e vice-reitor da UFF, no Anfiteatro Aloysio de Paula. A ocasião reuniu a comunidade acadêmica, estudantes, docentes e técnico-administrativos para participarem desse processo democrático.

As Chapas concorrentes foram: a de número 1 “Juntos pela UFF”: Antônio Claudio (candidato a reitor) e Fabio Barboza Passos; Chapa 2:´”Para a UFF Avançar”, Roberto Salles (candidato a reitor) e Wainer e Chapa 3: “A UFF que Queremos”, Sergio Mendonça (candidato a reitor) e Francisco Estácio.

O debate mediado pelo professor João Evangelista, da Coordenação da Comissão Organizadora do Debate no Huap, constou de cinco etapas: 1) apresentação dos candidatos; 2) perguntas dos diretores e Conselho Gestor do Hospital; 3) candidato pergunta para candidato; 4) perguntas da plateia; e, 5) considerações finais.

Discentes, docentes e técnicos-administrativos em saúde marcaram presença para conhecer as propostas dos três candidatos, e tiveram a possibilidade de participar através de perguntas escritas em formulário próprio entregue por representante da Comissão Organizadora do Debate durante o evento.

PROPOSTAS
O candidato Antônio Cláudio foi cobrado em relação ao retorno do restaurante universitário e disse que é um sonho. “O atual regime de teto nos gastos públicos impede, mas temos esse plano”, afirmou ao defender o tema acessibilidade, muito discutido. “Primeiro traz conceito de universalidade. A UFF carece de projetos macros”, realçou.

Já Roberto Salles defendeu a transparência e ressaltou que irá lutar pelo aumento de dinheiro da assistência estudantil e afirmou que vai tirar as catracas da entrada do Huap. “Precisamos proteger os trabalhadores da UFF”, disse ao defender a jornada de 30 horas.

Sérgio Mendonça disse que vai implantar o funcionamento do transporte urbano da Universidade em todos os municípios do Estado. “Vamos cobrar ainda da Ebserh e do MEC concurso público e a contratação dos candidatos homologados”, concluiu.

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