Campanha ‘RJ contra o Sarampo’ começa nesta segunda

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) dá início nesta segunda-feira (13/01) à campanha “RJ contra o Sarampo”, que convoca a população entre seis meses e 49 anos para ser vacinada contra a doença nas unidades básicas de saúde. A expectativa é que, este ano, ocorram no estado mais de dez mil casos da virose, que, em 2016, estava erradicada no Brasil. A imunização é a única forma de prevenção.

Para o secretário de Estado de Saúde, Edmar Santos, o movimento antivacina, defendido por alguns grupos e propagado em redes sociais, foi um dos fatores que culminaram para a volta da doença.

“A população precisa se certificar que está imunizada. O sarampo mata, e a vacinação é uma responsabilidade com a própria proteção, mas também com a da família, dos amigos e de pessoas próximas. Estamos convidando todos a aderirem à campanha, para gerarmos uma verdadeira mobilização pela saúde do estado do Rio de Janeiro”, convocou o secretário Edmar.

O esquema vacinal contra o sarampo está disponível durante todo o ano na rede pública de saúde para as faixas etárias recomendadas. Porém, com a iminência do aumento expressivo do número de casos, a orientação da SES é que a população busque as unidades básicas de saúde o quanto antes para receber a dose. Todos os municípios do estado do Rio de Janeiro estão abastecidos da vacina que previne a doença.

Transmissão

O sarampo é uma doença altamente contagiosa, sendo transmitida por meio da fala, tosse e espirro.

A pessoa com sarampo pode apresentar mal-estar geral, febre, manchas vermelhas que aparecem no rosto e vão descendo por todo o corpo, tosse, coriza e conjuntivite.

Quem deve se vacinar

Todas as pessoas entre seis meses e 49 anos devem se vacinar. É recomendado que a população leve sua caderneta de vacinação na ida ao posto de saúde.

Contraindicações

Pessoas com suspeita de sarampo, imunocomprometidas, gestantes e crianças com menos de seis meses não devem receber a vacina. Alérgicos à proteínas do leite de vaca, devem informar a condição ao profissional de saúde no posto de vacinação para que recebam a dose feita sem esse componente.

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