Camboinhas e Itacoatiara têm metro quadrado mais caro da RO

Raquel Morais

Pesquisa feita por um especialista em Negócios Imobiliários apontou que, na Região Oceânica, Camboinhas e Itacoatiara são os bairros mais valorizados e Itaipu segue em último lugar. Os valores dos metros quadrados para venda de imóveis dos dois primeiros bairros foram de R$ 6.730 e R$ 6.320, respectivamente. Já Itaipu apresentou o preço mais barato, R$ 4.300 m². Já em relação ao preço do aluguel, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) apresentou queda de 0,93% em maio, após um recuo de 1,10% em abril, e uma alta de 1,57% nos últimos 12 meses.

Segundo o coaching Marcello Costa, há novos empreendimentos na região. “Para se investir em tempos de crise, nada melhor que o ‘dinheiro no bolso’ para aumentar seu ‘poder’ de negociação e barganha, conseguindo vantagens como bons descontos. Tratando-se, por exemplo, de imóveis novos ou usados e dependendo, até cozinha mobiliada pode ser incluída como benefício. Investir na crise é sim um bom negócio. Porém, financiamento imobiliário está mais complicado de conseguir, pois os bancos estão mais criteriosos”, comentou.

O bairro de Piratininga está com média de preço de metro quadrado de R$ 5 mil e a Região de Pendotiba uma média de R$ 4.650. “É importante destacar que dentro do próprio bairro existe a variação da localização, proximidade da praia, ou seja, esse seria um parâmetro aproximado”, frisou Marcello.

Já a pesquisa do IGP-M, feita pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV), sobre aluguel, teve como parâmetro a comparação de abril e maio. O levantamento analisa três componentes: o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), com recuo de 1,56% ante uma queda de 1,77%; o Índice de Preços ao Consumidor (IPC), que passou de 0,33% para 0,29% e, em maio, ante 0,33%, e o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), com alta de 0,13% após uma baixa de 0,08% em abril. “A opção da locação é melhor para quem não possui dinheiro na mão para ter esse ‘poder de negociação’. Com a retração no crédito imobiliário, a locação ganhou um fôlego maior e, consequentemente, um aumento em sua demanda, ocasionando uma migração dos compradores para se tornarem inquilinos”.

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