Aulas de informática estão em alta em Itaboraí

Uma das aulas que mais faz sucesso nas escolas da rede municipal de ensino do município de Itaboraí é a de informática. Por isso, a Escola Municipal Guilherme de Miranda Saraiva, em Ampliação, é uma das que investe e conta com uma sala equipada para esse tipo de aula.

A orientadora tecnológica, Luciana Guimarães falou sobre o tempo que atua na área e o desafio de fazer os estudantes entenderem que a informática é uma importante aliada.

“Comecei a trabalhar aqui no Guilherme em 2012, assim que entrei já tinha a matéria e os alunos sempre gostam muito das aulas. O maior desafio é fazer eles entenderem que temos sala de informática na escola para ser um aliado na educação deles. A primeira coisa que eles perguntam é se tem algum jogo ou YouTube, mas a gente foca no que é importante e sempre em conjunto com o conteúdo que está sendo dado em outras disciplinas”, disse Luciana.

Atualmente, são 27 escolas do município que contam com sala e orientador tecnológico. Existe o plano de levar a disciplina para mais unidades da rede, mas ainda não há data definitiva para isso.

“Já tinha aula de informática ano passado, é uma das matérias que mais gosto, junto com ciências. Em casa eu tenho computador, mas ele ainda não está instalado, por isso que quando preciso fazer alguma pesquisa faço aqui na escola mesmo”, contou o aluno do 5º ano, João Miguel da Silva, de 10 anos.

A assessora do Núcleo Tecnológico Municipal Educacional (NTME), Damaris Lopes explicou a importância de ter esse espaço nas escolas.

“A Orientação Tecnológica ajuda na preparação dos alunos em sua formação, oferecendo a eles a chance de desenvolver suas próprias habilidades futura. Muitas vezes são nessas aulas que crianças e jovens tem o primeiro contato com computadores, firmando assim a importância social desse ambiente, pois é através deles que há a inclusão digital de pessoas que não podem ter acesso a tecnologia de outra forma. Esses laboratórios não só auxiliam no aprendizado, mas tem um importante papel para que crianças com condições menos favoráveis possam ter mais chances no futuro”, explicou Damaris.

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